Tributo a La Berganza no Theatro São Pedro.

 

Conhecer Tereza Berganza! Nunca imaginei que teria essa chance. Na era do CD, ouvia sua Carmen de Bizet ao lado de Plácido Domingo. A voz encorpada de mezzo-soprano me fazia sonhar: viajar pelo Mediterrâneo, ir à  Espanha, conhecer Sevilha e adjacências. Lembro que não tinha ainda nenhuma Carmen em vídeo e não tinha assistido a nenhuma récita ao vivo, a voz da Tereza era a única referência dessa ópera. Voz quente, espanhola como a Carmen, técnica soberba, emoção no fraseado.Que cantora! Da escola antiga,  que exige voz e técnica.  
Tudo começa quando recebo uma mensagem eletrônica de Paulo Esper:  "Vou trazer a Tereza Berganza", ele dizia. Quando o Paulo diz uma coisa dessas é batata. Acontece. 
Divulguei com prazer,  nesse blog,  o tributo em sua homenagem. Na récita do Barbeiro de Sevilha ele ainda insiste para que eu vá no dia 30 ver o Tributo. Nem precisava insisitir Paulinho, eu não perderia por nada desse mundo!
   Quando aquela senhora entra na platéia, de imediato é reconhecida e aplaudida de pé por todos. Começa o Tributo:  uma seqüência de jovens cantores, cantando árias difíceis e conhecidas do repertório operístico. Algumas promessas se apresentam,  como Tati Helene, que interpreta uma ária perigosa, "Non mi Dir", da ópera Don Giovanni .  Soprano de beleza ímpar, voz clara, agudos fáceis, timbre fresco como a manhã dos Alpes Suiços. Está de ida para a Itália, vai aprimorar sua voz, duvido que volte.  
        No final, a simpática Tereza sobe ao palco, canta em português, ganha discursos elogiosos e placa de homenagens. Simpática, recebe todos com atenção e  a todos atende com presteza. Meu amigo Edson Lima lembra das  suas récitas ao vivo, e  as lágrimas quase descem, emocionado ao relembrar tempos que ele considera áureos da ópera. Onde desfilavam cantores como Gigli, Callas, Tebaldi, Cossoto, Bergonzi, Del Monaco e tantos outros. Realmente era uma geração única. 

O Núcleo Universitário de Ópera (NUO), dirigido pelo Maestro Paulo Maron, apresenta mais uma montagem dedicada à obra da dupla inglesa Gilbert e Sullivan. Trata-se da primeira montagem brasileira da ópera cômica Utopia, Limitada, que será apresentada nos dias 11, 12 e 13 de dezembro, sexta e sábado (20h30) e domingo (17 horas), no Theatro São Pedro, em São Paulo.

"Utopia, Limitada" é uma sátira política e social que brinca com um dos símbolos do capitalismo moderno, a Empresa Limitada. As cenas musicais (em inglês) são intercaladas por diálogos (em português) muito bem elaborados e cômicos, características que fizeram jus à reputação dos autores. Esta é a 12ª criação de W.S. Gilbert e Sir Arthur Sullivan, respectivamente libretista e compositor, que dominaram o meio musical britânico, entre os anos de 1875 e 1896, com suas divertidas operetas que sempre fizeram enorme sucesso, por onde quer que sejam montadas.

Esta é a sétima produção do Núcleo Universitário de Ópera com obra de Gilbert e Sullivan, sendo reconhecido como único grupo estável de ópera, da América Latina, especializado em encenar esse autores. O NUO é também pioneiro no trabalho operístico com jovens universitários, vindos das mais diversas faculdades de música. O trabalho de formação artística vai além da música; os jovens estudam interpretação e têm aulas de preparação corporal, formando um grupo estável e diferenciado, desde 2003, especializado em operetas.


Intérpretes/personagens

- Jorge Trabanco (barítono): Paramount I (Rei de Utopia)
- Marco Rodrigues e Fábio Visconde (barítonos): Scaphio e Phantis (Juízes da Suprema Corte de Utopia)
- Caio Oliveira (tenor): Capitão Fitzbattleaxe da cavalaria britânica
- Natalia Kawana (soprano): Princesa Zara (filha mais velha do Rei Paramount)
- Lenara Abreu (mezzo-soprano): Lady Sophy (governanta inglesa)
- Alexandra Liambos e Marina Lobato (sopranos): Nekaia e Kaliba (filhas mais novas do Rei)

Participação especial:
- Pedro Ometto (barítono): Capitão Corcoran da Marinha Britânica
- Luciano Simões (barítono): Sir Goldbury
- Luiz Gumarães (tenor): Sir Bailey Barre

Onde, quando e quanto

Local: Theatro São Pedro
Rua Barra Funda, nº 171 – Barra Funda/SP
Tel: (11) 3667-0499

Récitas: Dias 11, 12 e 13 de dezembro
Horários: sexta e sábado (às 20h30) e domingo (às 17 horas)

Ingressos: R$ 30,00 (com ½ entrada

- Desaconselhável para menores de 7 anos
- Metrô: Marechal Deodoro

Fonte: movimento.com

Il Barbiere di Siviglia no Teatro São Pedro

 

  Faz um calorão em São Paulo, as temperaturas elevadas neste verão estão matando os paulistanos. Mas o calor paulista tem suas vantagens: contagiou a turma do Il Barbiere di Seviglia. Na apresentação do dia 25/11, no pequeno e confortável Teatro São Pedro/SP a coisa esquentou. Solistas inspirados, cenários corretos, figurinos hilários, direção acertada, luz correta. Tudo conspirou a favor de um grande espetáculo. A coisa ficou quente, beirou aos 40 graus ou mais.
     William Pereira transporta a ação para tempos modernos, proposta arriscada, na tentativa muitos se deram mal. Ele, com sutilezas,consegue fazer com que uma história escrita no século XVIII fique  atual. Rosina vira uma patricinha dondoca que adora uma academia de ginástica, Figaro,  um cabelereiro profissional.  Don Bartolo,  um renomado médico e assim vai. Figurinos exagerados, com cores berrantes  e extremamente cômicos ajudaram a direção a conseguir seu objetivo, ou seja,  tornar a ópera engraçada, uma "Commedia dell'arte"  típica, com seus personagens fanfarrões, quiproquós e  trocas de identidade. Os cenários simples e móveis cumprem a função de dinamizar o texto. O diretor abusa dos movimentos, exige o máximo da veia cômica dos cantores através de gestos e expressões. Grande direção, criativa e de bom gosto. Modernizou a ópera bufa sem deturpá-la. 

   Luciana Bueno é mezzo-soprano no auge vocal. Seu timbre escuro, às vezes aveludado,  agrada aos ouvidos. Cantora em constante evolução, sua voz está melhor a cada récita, a cada temporada. Uma doçura. Sua técnica  precisa, junto a boas coloraturas,   fazem dela o melhor mezzo-soprano dessas terras. Faz uma Rosina palhaça, com agilidade vocal e uma jovialidade inerente à personagem. (Neschling, sugiro Luciana Bueno para a sua montagem do Il Barbieri di Siviglia em 2010). O Brasil merece ouvir essa voz.
   Rodrigo Esteves é outro cantor em ascensão, barítono de voz portentosa. Seus graves são fartos e fáceis. Seu timbre ora escuro, ora médio,  é agradável . Atuação magnífica, eu nem imaginava que o barítono que cantou Alfio, da ópera Cavalleria Rusticana,  de Mascagni, no mesmo Teatro São Pedro, pudesse ser tão engraçado. Consegue uma agilidade e coloraturas impressionantes. Esse garoto vai longe.
   Flávio Leite é tenor que não tem o material vocal pronto para o Conde de Almaviva. Penou para tentar atingir as notas na sua grande ária. Se conseguiu, não faço a menor idéia (haja diapasão), só sei que ele fez muita força  e se perdeu. Mas a galera aplaudiu, no Brasil se aplaude tudo. Sua voz lírica, clara,  carece de técnica . Em árias longas isso faz a diferença. Atua e empresta comicidade ao personagem. Com estudo,  pode evoluir e se tornar um bom tenor.
   Saulo Javan, baixo com voz de grandes graves que enche o teatro. Don Bartolo fica engraçado em sua interpretação, um médico atrapalhado que quer se casar com a jovem Rosina. O demais solistas se garantem. O coro, exclusivamente masculino é fraco, um tanto perdido às vezes. A Orquestra Jovem de Guarulhos,  comandada por Emiliano Patarra,  dá conta do recado. Na abertura soou alta, mas no restante da récita tocou em andamentos corretos, destaque às suas cordas.
   A Associação Paulista dos Amigos da Arte prova que é possível fazer grandes óperas sem orçamentos volumosos. Simplicidade e boas idéias são a chave do sucesso. Parábens à iniciativa e a ousadia do diretor artístico Paulo Abrão Esper.

Ali Hassan Ayache  

 

 Luciana Bueno,Mezzo-Soprano

 Rodrigo Esteves, Barítono  

 Saulo Javan, Baixo   

Extra! Extra!

 John Neschling assume o TMSP em 2010

John Neschling assumirá em 2010 a direção artística do Teatro Municipal de SP, sendo responsável pelos seus corpos estáveis. 

A data ainda não foi acertada, mas, fontes internas da casa confirmam o maestro Neschling (para as fãs derramadas, pai do ator global Pedro Neschling) no lugar de Jamil Maluf, que volta a se dedicar-se exclusivamente à Orquestra Experimental de Repertório e ambos atuarão no conselho artístico do teatro. Se concretizada, seria a segunda passagem de John Neschling pelo TMSP.

Como missão, o ex-regente da OSESP deve trazer grandes patrocinadores, renovar os quadros dos corpos e deixar apto o teatro para as comemorações dos cem anos, em 2011.

Lembrando que o cargo está vago desde 4 de Novembro, quando Jamil Maluf deixou o comando artístico da casa e assumiu o posto no Conselho de Orientação Artística.


Companhia de Ópera

John Neschling assume também em 2010, a Companhia Brasileira de Ópera.

Confirmado pelo próprio Ministro da Cultura, Juca Ferreira, o maestro regerá em 20 cidades do Brasil a ópera “O Barbeiro de Sevilha” de Rossini.

Os regentes Abel Rocha, Ira Levin e Victor Hugo Toro também conduzem a companhia itinerante, que terá três elencos para as apresentações.


Livro

Recentemente, John Neschling ainda lançou um livro - Música Mundana - da Editora Rocco, onde conta a sua história pessoal e profissional e fala de sua estreita relação com a música. Diferente de outras análises –
político-partidárias – Neschling explora de forma breve sua demissão da OSESP.

Fonte: movimento.com 

 

Tribuno a La Berganza encerra o Projeto Grandes Vozes 2009

                                                                                                           

Dia 30 de novembro, segunda-feira, às 21h, acontece o recital Tribuno a La Berganza em homenagem a grande mezzo-soprano espanhola Teresa Berganza, uma das maiores cantoras de todos os tempos, que estará no Brasil. A apresentação encerra o Projeto Grandes Vozes 2009 que tem a realização da Cia Ópera São Paulo e da Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA). Apoio: Sociedade Cultura Artística. Grátis!

 

Teresa Berganza ministrará master-classes e os alunos Mere Oliveira, Keila de Moraes, Miguel Geraldi, David Marcondes, Angélica Feital, Guilherme Rosa, Tati Helene e Randal Oliveira cantarão no recital. Os pianistas serão Maria Rasetti e Vitor Philomeno.

 

O Projeto Grandes Vozes 2009 traz anualmente os mais importantes cantores líricos internacionais, o primeiro da série foi em maio com a grande mezzo-soprano italiana Bruna Baglioni.

 

Teresa Berganza nasceu em Madri e é considerada uma das maiores cantoras de todos os tempos. Ficou internacionalmente conhecida pelas interpretações dos personagens Cherubino, Dorabella, Cenerentola e Carmen. Iniciou sua carreira em 1957 no Festival de Aix na Provença.

Se apresentou nos mais importantes teatros do mundo como: Ópera de Paris, Scalla de Milão, Covent Garden, Metropolitan, Teatro Colón em Buenos Aires, Ópera de Roma, Viena, Hamburgo, Estocolmo, Chicago, Dallas, San Francisco. Foi regida pelos grandes maestros como:
Giulini, Rescigno, Von Karajan, Solti, Mehta, Claudio Abbado, Barenboim e Muti, Adler. 

Discografia: http://www.operadis-opera-discography.org.uk/CLSIBERG.HTM

 

Youtube: Teresa BERGANZA sings Habanera from Carmen

 http://www.youtube.com/watch?v=oby-hCgZLJc

Teresa BERGANZA & Placido Domingo - finale from Carmen

 - http://www.youtube.com/watch?v=zsgZacAo9LU

Teresa BERGANZA & Neil Shicoff - duetto from Werther - http://www.youtube.com/watch?v=F19bbNJ3EJ8

Teresa BERGANZA sings "Ah quel diner" J.Offenbach - http://www.youtube.com/watch?v=lOKIrNQGrio

Teresa BERGANZA sings "Die post" – Schubert http://www.youtube.com/watch?v=myzKSfGmSu0

 

Página Brava Berganza com vários vídeos: http://www.youtube.com/user/BravaBerganza01

 

Há 4 anos o Projeto Grandes Vozes trouxe ao Brasil nomes como Fiorenza Cossotto, Mara Zampieri, Maria Pia Piscitelli e Bruna Baglioni (Itália), Mariola Cantarero e Jaime Aragall (Espanha), Elena Obraztsova e Yevgeny Nesterenko (Rússia), Luís Gaeta (Argentina), Niza de Castro Tank (Brasil) e Rita Contino (Uruguai).

 

Serviço:

Tribuno a La Berganza

Projeto Grandes Vozes

Realização: da Cia Ópera São Paulo e da Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA)

Dia 30 de novembro, segunda-feira, às 21h

Theatro São Pedro

Rua Barra Funda, 171

Barra Funda

Tel. 3667-0499

636 lugares.

Grátis

Os ingressos poderão ser retirados antecipadamente na bilheteria até uma hora antes do espetáculo

Horário da bilheteria: De quarta a domingo - Das 14h às 19h ou até o início do espetáculo

Cantora Internacional em Destaque: Nina Stemme

Soprano Sueca nascida em 11 de Maio de 1963.Considerada como grande soprano Spinto e começando a cantar títulos de Soprano Dramático.

Debutou na ópera como Cherubino em Cortona, Itália em 1989.

Estudou no National College of Opera de Estocolmo onde se graduou em 1994.

Faturou o Concurso, Plácido Domingo Competition, fato esse que catapultou sua carreira internacional.

Gravou com o mesmo Plácido Domingo a ópera Tristan und Isolde de Richard Wagner.

Cantou em grandes teatros líricos do mundo e tem diversos papéis em seu repertório.

Vou destacar 3 importantes interpretações de Nina Stemme,que em breve serão comentadas nesse blog com mais detalhes. 

Isolde, da ópera Tristan und Isolde

Tristan und Isolde

Jenufa de Leos Janácek

Janacek - Jenufa

Aida de Giuseppe Verdi

Verdi - Aida

Vejam só amigos, são 3 óperas que exigem grande técnica e experiência vocal, cantadas em 3 idiomas diferentes.

Por essas e por outras que Ninna Stemme é Cantora Internacional em Destaque

 

 

Eugene Onegin-Obra prima de Tchaikovsky em montagem memorável do MET

   Tchaikovsky - Eugene Onegin / Fleming, Vargas, Hvorostovsky, Gergiev, Carsen [Metropolitan Opera 2007]

  Uma de minhas óperas russas favoritas, Eugene Onegin,  de Tchaikovsky, foi recentemente apresentada nos cinemas nacionais. Como não tenho tempo para ir ao cinema, me contentei com o DVD. Igualzinho ao apresentado no cinema.
As óperas produzidas nos dias atuais são pensadas e programadas do teatro para o vídeo. Cada vez mais, se nota a estética da imagem nas apresentações: cenários, figurinos, iluminação, movimentações dos cantores e coral, tudo é pensado para que a gravação fique plástica. Acabou o tempo de uma câmera no centro gravando tudo. Agora  temos diversas câmeras,  que cobrem ângulos antes inimagináveis. 
A Versão do Metropolitan Opera House de New York tem elenco estrelar. O barítono Dmitri Hvorostovsky, excepcional como Onegin. O soprano Renée Fleming , voz lírica, adocicada,manda muito bem na Ária da Carta, grande Tatiana. Ramón Vargas é  um dos grandes tenores da atualidade, e sua ária de despedida é comovente. Destaque com louvor para Sergei Aleksashkin como Príncipe Gremin, belíssima ária cantada por um baixo portentoso e o por mim desconhecido Jean-Paul Fouchécourt, um Triquet hilário. Não posso afirmar se houve manipulação das vozes no vídeo, o que ouvi beirava a perfeição.
Os cenários  concebidos por Michael Levine são quase inexistentes, tem virado moda espetáculos com palcos limpos. Dá um ar de moderno à função, e ainda se economiza uma bela grana. Os figurinos são corretos, pecam na cena do baile do segundo ato, visual caipira demais aos participates da festa. A direção de Peter McClintock usa uma idéia manjada, faz com que Onegin apareça no começo do espetáculo lamentando seu destino. Com a carta de Tatiana na mão, ele vai relembrando os acontecimentos através da ópera. A iluminação é ponto forte da produção, inteligente e criativa, realça os acontecimentos com clareza.
Apresentado pela saudosa Beverly Sills, o  DVD contém entrevistas com os protagonistas e produtores e mostra os bastidores da montagem.  A regência de Gergiev é simples, direta, efetiva. Maestro russo que entende a sutileza e  a delicadeza da partitura e faz a orquestra expressar essa sensibildade. A imagem e o som gravados em HD são impecáveis, a direção de imagens do veterano e experimentado Brian Large é excelente. Enfim! Um DVD de Eugene Onegin imperdível para quem gosta de ópera russa.
 

  Eugene Onegin-Ópera baseada no poema de Alexander Pushkin de Piotr Ilyich Tchaikovsky

 Elenco-Renne Fleming, Elena Zaremba, Svetlana Volkova, Larisa Shevchenko, Ramon Vargas, Dmitri Hvorostovsky, Keith Miller, Jean-Paul Fouchecourt, Richard Bernstein, Sergei Aleksashkin

Valery Gergiev, Condutor

Renée Fleming and Dmitri Hvorostovsky triumph in Tchaikovsky's operatic masterpiece Eugene Onegin, filmed live at the Metropolitan Opera. Their onstage chemistry, emotional singing and outstanding acting make this a very special production. Valery Gergiev, Russia's greatest living conductor, leads Russia's classic opera, with a thrilling account of Tchaikovsky's most intense and passionate score.

Audio: LPCM Stereo and DTS 5.1
Legendas: English, French, German, Italian Spanish and Chinese
Extras: "Eugene Onegin: In Rehearsal" - "Backstage at the Met" with Beverly Sills
Widescreen 1.78:1
Color
156:00 mins. + 19:00 mins. (Extras)
Região: Todas

 

Ópera -O Barbeiro de Sevilha no Teatro São Pedro-SP

ÓPERA O BARBEIRO DE SEVILHA

A Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA) realizará a encenação da ópera O Barbeiro de Sevilha de G. Rossini, dentro da Temporada de Ópera 2009 do Theatro São Pedro.

As récitas serão nos dias 25, 27 de novembro e dias 1° e 03 de dezembro às 20:30hs e no dia 29 de novembro às 17 hs.

No total serão cinco apresentações com um grande elenco de solistas brasileiros, sendo Rodrigo Esteves como Fígaro, Luciana Bueno como Rosina, Flávio Leite como Conde de Almaviva e ainda Saulo Javan (Don Bártolo), Eduardo Janho-Abumrad(Don Basílio), Priscila Zamlutti (Berta), Ricardo Bruns (Fiorello) e Marcos Kaczan (Oficial).
A encenação e direção cênica é de William Pereira, com a Orquestra Jovem Municipal de Guarulhos e o Coral Vozes de São Paulo regidos pelo maestro Emiliano Patarra. Ambos estiveram juntos na encenação de Gianni Schicchi na Temporada 2009 do Theatro São Pedro com muito sucesso. A direção artística é de Paulo Abrão Esper.
Um dos maiores sucessos do compositore obra indispensável anualmente nas temporadas dos grandes teatros de repertório, a ópera volta ao teatro depois de sua última produção em 2005.

Serviço:

Theatro São Pedro
Sala Principal - 636 lugares (balcão 1 - 110, balcão 2 - 124, platéia - 396); 06 lugares para deficientes físicos na platéia (sendo 3 p/ acompanhantes)
Rua Barra Funda, 171 - Barra Funda
São Paulo - SP
Estações do Metrô Próximas: Marechal Deodoro
Ar-condicionado
Acessibilidade para Pessoas com Necessidades Especiais
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Indicação Etária: 10 ANOS
Informações: (11) 3667-0499 (de quarta a domingo, das 14h até 19h)
Horário da bilheteria: de quarta a domingo, das 14h às 19h ou até o início do espetáculo; para os concertos matinais aos domingo, abertura às 10 horas
Cartões: Visa e Visa Electron
Venda Antecipada: www.ingressorapido.com.br

Sonia Rubinsky ganha Grammy Latino 2009

 

 

A grande pianista brasileira Sonia Rubinsky ganha o Grammy Latino 2009 de Melhor Álbum Clássico pela gravação da obra integral para piano solo de Villa-Lobos pela Naxos. Em 2008, lançou pela Algol Editora o CD Sonatas de Scarlatti que resultou no Prêmio Carlos Gomes 2009 de Melhor Solista Instrumental.

 

Site do Grammy Latino: http://latingrammy.com/en/nominees/17-classic

 

Foto de Guy Vivien

 

Sonia Rubinsky pertence à grande tradição do virtuose: uma técnica impressionante e um profundo compromisso com a Música. Nasceu no Brasil, onde começou sua formação pianística; estudou em Israel e em seguida em Nova Yorque, onde passou grande parte de sua vida adulta. Atualmente está radicada em Paris. Participou do filme Arthur Rubinstein em Jerusalém no qual seu temperamento musical impressionou fortemente o grande mestre. Sonia Rubinsky obteve o título de Doutor em Piano Performance pela Juilliard School of Music em Nova Yorque.

 

Seu repertório compreende todos os períodos, do Barroco ao Contemporâneo. Tem sido aclamada mundialmente como solista de orquestras famosas e como recitalista. Gravou a obra completa para piano de Villa-Lobos (8 volumes). O volume I foi indicado para o Prêmio Grammy e também foi escolhido pela revista Gramophone um dos cinco melhores lançamentos de 1999. O volume V foi novamente selecionado pela Gramophone como um dos dez melhores lançamentos de outubro de 2006. Sonia Rubinsky gravou também obras de John Adams, Debussy, Messiaen, Jorge Liderman e Mozart.

 

Notas Operísticas- Maluf, Pagliacci, Neschling

-Jamil Maluf pediu demissão do cargo de Diretor-Artístico do Teatro Municipal de São Paulo no último dia 05/11.O motivo alegado foi a eventual transformação do TMSP em uma fundação.Sua saída visa facilitar a transição para um novo formato, que ninguém sabe como será. Uma reforma que nunca acaba, transformação do teatro em uma fundação, vem encrenca por aí.

- Pagliacci, a obra-prima de Leoncavallo foi apresentada no Teatro São Pedro. Com redução para piano e arranjos para um conjunto camerístico pelo compositor Maurício de Bonis.O público é levado a acompanhar situações dos bastidores.Por essas e por outras que eu não fui assistir esse espetáculo.

-Mais uma do Neschling.O maestro vai faturar uma bolada, ganhou em primeira instãncia a ação trabalhista contra a OSESP.Pelos 12 anos de trabalho , mais danos morais ele deve faturar R$ 4 300 000, 00 (Quatro milhões e trezentos mil reais) .Bela Grana!

  

 

La Dame aux Camélias-Balé com música de Chopin
Chopin: La Dame aux Camelias
O Balé da Ópera de Paris quer exibir seu lado moderno em La Dame aux Camélias. Cansaram da Giselle e do Lago dos Cisnes. A trupe quer se mostrar antenada com a atualidade. Fazer coisas diferentes, fugir do clássico.  Para isso,  não precisou cair na dança abstrata, onde o público assiste a tudo e não entende nada. Acharam um grande compositor (Chopin) e tentaram casar sua música com uma conhecida história (A Dama das Camélias) . O resultado é um balé desigual, com momentos mágicos e algumas futilidades. Produziram um balé novo, moderno. Saíram da mesmice.  A história ficou popular com o sucesso do livro homônino e com a ópera La Traviata, de Verdi. Os parisienses resolveram fazer dessa afamada história um balé: pegaram várias músicas de Chopin, principalmente de piano e tentaram adaptá-las, fazê-las ficarem dançantes e o principal, se encaixarem na história da cortesã. O resultado é estranho, algumas vezes interessante , outras cafona e de gosto duvidoso.
   A qualidade da dança do balé da Ópera de Paris é inquestionável: 300 anos de história fazem seus bailarinos estarem em  alto nível. Agnés Letestu é bailarina étoile (grau máximo do balé francês),  de grande técnica, dramaticidade plena e forte carisma. Conheci seus passos no Lago dos Cisnes,  de Tchaikovsky, me apaixonei pela guria. Não é raquítica, tem muita bailarina anoréxica por aí, parecendo doente de tão magra. Dança com a leveza inerente às bailarinas francesas. Faz uma Violeta (no vídeo eles mudam os nomes dos personagens, sei lá por que) frágil e apaixonada. Brilha nos pas de deux com seu par romântico Stéphane Bullion, (esse é premier danseur, um nível abaixo de étoile), longos , cansativos (para os bailarinos), sensuais, apaixonantes. São o ponto alto do espetáculo. Demonstram toda a técnica dos bailarinos, uma aula de balé. 
   John Neumeier transita entre o clássico e o moderno em sua coreografia. Criativo, mistura passos simples com outros de alta dificuldade técnica. O palco cênico carece de cenários, conta sua história apenas pela dança. Obriga os bailarinos a atuarem,  embute no meio da história trechos do balé Manon Lescaut, entrelaçando a vida das duas personagens. Idéia criativa. Temos nessa hora um par de grandes dançarinos: Delphine Moussin (étoile) e José Martinez (étoile) arrasam nesse pequeno papel. Mostram as facetas desesperadas de seus personagens.  
   Tudo é passado em La Dame aux Camélias, a história é contada pela memória dos que a vivenciaram. Violeta está morta, todos tem lembranças dela e vão contando sua versão. A coreografia peca nas danças rápidas. A música escolhida fica superficial, sem profundidade.Piano nem sempre combina com dança. Os cenários são quase inexistentes, o palco limpo se alia a figurinos sóbrios, de época, que transmitem a idéia de século XIX.
   O DVD possuí um longo documentário, com entrevistas legendadas dos bailarinos e produtores. A imagem é de excelente qualidade. A direção de vídeo capta com destreza os momentos cruciais da obra, e,  com recursos atuais,  poderiam ser mais ousados, aproximar mais o espectador do palco.
   O balé da Ópera de Paris prova que é possível fazer balé moderno contando grandes histórias. Não é necessário abrir mão da técnica, da dança, da beleza e da magia do balé para tal feito. Não caem na tentação de fazer coreografias sem nexo, muitas vezes de técnica capenga,  para se mostrarem modernos ou descolados. La Dame aux Camélias é um balé moderno com elementos clássicos em sua concepção; pode ter momentos decepcionantes, mas no geral sua coreografia é de bom nível. Que isso sirva de exemplo para outras companhias do mundo.
DVD-La Dame aux Camélias
Agnés Letestu,Stéphane Bullion, Michaël Denard, Dorothée Gilbert,Delphine Moussin, José Martinez,Eve Grinsztajn, Karl Paquette, Laurent Novis, Béatrice Martel,Simon Valastro.
Paris Opera Ballet-Paris Opera Orchestra
Michael Schmidtsdorff
Emmanuel Strosser, Frédéric Vaysse-Knitter, pianistas
Música- Frédéric Chopin
Audio: LPCM Stereo 2.0 & DTS 4.1
Subtitles: Enligsh, French, Deustch, Spanish, Italian
Widescreen: 1.78:1
Extras: Illustred synopsis; Cast gallery; Flashback on Lady of the Camellias: a documentary by Reiner E. Moritz & Stéphane Loison
Colour-191.00 mins.-Região: Todas.
Ali Hassan Ayache
ali.hassan.123@hotmail.com
Beethoven na Sala Sala São Paulo

 

 

Beethoven na Sala Sala São Paulo

  A TUCCA, associação que trabalha em prol de crianças e adolescentes  carentes com câncer , promoveu,  no último dia 12 de novembro,  um concerto beneficente. O projeto "Música pela Cura"  trouxe o violinista Shlomo Mintz para solar e reger o Concerto para Violino e reger a Sétima Sinfonia, ambas de Beethoven. A Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo foi encarregada de acompanhá-lo nessa empreitada. Louvável a ação dessa organização não governamental. Os recursos arrecadados no concerto são utilizados para pesquisa, diagnóstico, tratamento, reabilitação e capacitação profissional, visando oferecer tratamento do câncer aos mais carentes. Dito isso, vamos ver como foi o concerto. 
   Shlomo Mintz inicia o programa com o Concerto para Violino.  Mostra o equílíbrio e a harmonia superior da peça, com um lirismo e melodias características de Beethoven. Faz uma apresentação equilibrada, sem correr riscos, empolgante. Rege a Orquestra Sinfônica Municipal com segurança, arranca dela boa sonoridade. Mostra as sutilezas da partitura, expõe as belas melodias com clareza. O som de seu instrumento é uniforme, límpido e com volume correto: arrasa no terceiro movimento.  Grande apresentação.
   A Sétima Sinfonia não teve a mesma qualidade técnica. A OSM soou opaca no primeiro movimento, excessivamente volumosa e de sonoridade irritante no segundo,  os naipes se perderam no terceiro movimento. Melhorou só no último, onde apresentou uma musicalidade correta. O maestro fez o que pôde para tirar  o melhor da orquestra, percebemos claramente que a OSM não tem sonoridade própria, e para chegar nesse nível ainda falta um longo caminho.

   A OSM precisa de um regente titular de peso, para dar corpo e uniformidade. A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo sofreu uma reestruturação há dez anos. A OSM de São Paulo deve seguir o mesmo caminho, se reestruturar e crescer, visando elevar o padrão de qualidade. Hoje ela é uma orquestra comum, com mudanças , ela pode ser "a orquestra".

Ali Hassan Ayache

            

Divulgação

SÉRIE TUCCA ‘MÚSICA PELA CURA’ TRAZ SHLOMO MINTZ

PARA TOCAR/ REGER BEETHOVEN NA SALA SÃO PAULO

 

Apresentação única no Brasil terá toda a renda revertida para a

pesquisa e tratamentos realizados pela ong TUCCA

 

A TUCCA, associação que trabalha pela cura de crianças e adolescentes carentes com câncer, traz no mês de novembro, dentro de sua ação ‘Música Pela Cura’ o renomado violinista Shlomo Mintz, ganhador de prêmios como o Gramophone e Diapason D’Or. Considerado pela crítica, público e principalmente por seus colegas como um dos melhores violonistas da atualidade, Mintz é um artista completo, capaz de explorar o repertório corriqueiro das salas de concerto em uma profundidade singular.

 

Em apresentação única na Sala São Paulo, o músico vai tocar e reger o Concerto para Violino e reger a 7ª Sinfonia, ambas de Beethoven. Como violinista e maestro, Mintz é capaz de destacar sutilezas das peças, nas quais o público presente poderá notar diferenças e similaridades do intérprete ao instrumento e no comando da orquestra.

 

A apresentação de MIntz é a sexta e última da série 2009 de concertos, idealizada e promovida pela ONG para arrecadar recursos utilizados na pesquisa, diagnóstico, tratamentos, reabilitação e capacitação profissional, de forma a oferecer o melhor tratamento do câncer às pessoas mais carentes.

 

 

Serviço

TUCCA – MÚSICA PELA CURA

Shlomo Mintz, violinista e regente

Orquestra convidada: Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo

Regente: Rodrigo de Carvalho

 

Programa

LUDWIG VAN BEETHOVEN

Concerto para Violino em Ré maior, Op.61

Sinfonia nº 7 em Lá maior, Op. 92

 

Data: 11 de novembro, quarta-feira

Horário: 21h

 

Ingressos
De R$ 50,00 a R$ 120,00.

 

Venda de ingressos:

 

Na TUCCA

Av. 9 de Julho, 4275 – Tel. (11) 3057-0131

Em dinheiro, cheque ou cartão (MasterCard e Diners Club)

 

Pela Ingresso Rápido

www.ingressorapido.com.br

Tel. (11) 4003-1212

Com Visa, MasterCard, Diners Club e American Express

 

Estacionamento: R$ 8,00

 

Divulgação

Lauro Machado Coelho e suas biografias

 

Quando Lauro Machado Coelho interrompeu a coleção História da Ópera , eu fui um dos primeiros a reclamar. O autor dizia que tinha outros projetos, mas não nos revelava quais eram. A grata surpresa foi o lançamento simultâneo de 3 volumes da coleção, Biografia dos Compositores, primeiro Liszt, depois Bruckner e no próximo dia 11, na Saraiva Mega Store Patio Higienópolis será lançado Berlioz. Livros profundos e imparciais que analizam todas as vertentes de cada compositor . Parabenizo a Algol e ao Lauro por tão brilhante trabalho. 

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Chitãoziho e Xororó na Sala São Paulo

 

A dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó vai se apresentar na Sala São Paulo no próximo dia 08 . Sob a regência de João Carlos Martins e sua Orquestra Bachiana Filarmônica. Um dos objetivos do evento, o principal é a grana no bolso dos artistas, é mostrar que a música tradicional brasileira tem significado e ligação com a música clássica. Pura bobagem, sertanejo é uma coisa, música clássica é outra.Sinfônias não combinam com modas de viola. 

 O que me espanta é João Carlos Martins, músico renomado no Brasil e no exterior aceitar fazer parte dessa empreitada. A desculpa esfarrapada é que o maestro quer democratizar a música clássica no Brasil. Maestro esse não é o caminho para a dita "democratização" da música clássica. A música clássica não faz questão de ser democratizada.É  na sua essência uma arte para minorias.

   A OSESP não programou nenhuma ópera  em forma de concerto para o ano de 2010 e agora me colocam cantores sertanejos , já estou sentindo saudades do Neschling.     

Il Barbieri Di Seviglia-Rossini
Gioacchino Rossini Composing His Opera
DIAS 25, 27/11, 1º E 3/12 - 20H30
29/11 - 17 H
THEATRO SÃO PEDRO
RODRIGO ESTEVES - FÍGARO
LUCIANA BUENO - ROSINA
FLÁVIO LEITE - ALMAVIVA
DIREÇÃO CÊNICA - WILLIAM PEREIRA
ORQUESTRA JOVEM MUNICIPAL DE GUARULHOS REG. EMILIANO PATARRA
Ópera, I Pagliacci

 

Na quarta-feira (11/11), às 20h30, as cortinas do Theatro São Pedro abrem-se para a estréia da ópera Pagliacci, a mais famosa do compositor napolitano Ruggiero Leoncavallo escrita em 1892. Com direção da jovem Livia Sabag, a montagem, com duração de 90 minutos, enfatiza a metalinguagem proposta pelo autor. Pagliacci é uma produção do Governo do Estado de S. Paulo, em co-produção com a APAA – Associação Paulista dos Amigos da Arte. A montagem, realizada com piano e um conjunto de câmara orquestral, conta com audiodescrição para portadores de deficiência visual, através de parceria com o Instituto Vivo. Os ingressos custam R$ 20,00 (R$ 10,00 meia entrada).


Essa ópera é um dos mais significativos exemplos do Verismo, corrente estética italiana que busca levar ao palco a realidade do cidadão comum. Baseada em uma trágica experiência vivida pelo compositor em sua infância, Pagliacci  conta a história de uma companhia de teatro mambembe que se prepara para uma apresentação numa pequena cidade do interior da Itália. Pagliacci foi a primeira ópera de Leocanvallo. Fez grande sucesso logo após ser encenada pela primeira vez, em maio de 1892 em Milão, e ofuscou todas as composições posteriores do autor.


Livia Sabag, de 29 anos, assume a direção cênica da obra e já dá uma prévia do que está por vir: “O espetáculo explora os limites entre o gênero operístico e o teatral, assim como os limites entre ficção e realidade, seguindo a proposta metalinguística do libreto ”.


O elenco - Veteranos como Martin Mühle e Sebastião Teixeira, e outros jovens em ascensão, como Manuela Freua, Felipe Oliveira e Bruno Facio compõem o elenco. No meio de um elenco tão experiente, cinco crianças com idade de 10 a 12 anos participam do coro.


O clima de novidade marca também a escolha do maestro. Otávio Simões, de 26 anos, realiza seu primeiro trabalho no Theatro São Pedro e assina a direção musical e regência da montagem.


Audiodescrição - Essa é a segunda ópera que oferece o recurso da audiodescrição. A primeira, Cavalleria Rusticana, teve sua temporada em julho deste ano também no Theatro São Pedro e foi um sucesso de público. A acessibilidade se dá graças aos audiodescritores voluntários do Instituto Vivo que narram, nos intervalos, as ações não verbalizadas como a entrada e saída de cena, figurino e os gestos dos solistas.


As pessoas com deficiência visual (que podem estar acompanhadas de cães-guia) entram antes no teatro para ouvir a sinopse, descrição de cenário e figurino. As récitas contam com uma estrutura especial de monitores que vão orientar a plateia sobre seus lugares. O programa é disponibilizado em Braille e o recurso também é utilizado em espetáculos teatrais encenados no Teatro Vivo.


APAA – É uma Organização Social qualificada pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, desde novembro de 2004, para administrar, produzir e promover ações de cunho socioeducativos e culturais. Atualmente a APAA mantém em seu corpo de funcionários 300 profissionais multidisciplinares, preparados para produzir espetáculos, festivais e eventos culturais com foco no cidadão paulista. O Teatro Sergio Cardoso (São Paulo), Theatro São Pedro (São Paulo), Teatro Itália – TD, Teatro de Dança (São Paulo), Teatro Estadual Maestro Francisco Paulo Russo (Araras), Auditório Cláudio Santoro (Campos do Jordão), além da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e a Orquestra Jazz Sinfônica são espaços e organizações gerenciados pela APAA.


Pagliacci  de Ruggero Leoncavallo

Realização: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo

Produção: APAA – Associação Paulista dos Amigos da Arte

Concepção e Direção Cênica: Livia Sabag

Direção Musical e Regência: Otávio Simões

Solistas: Martin Mühle (Canio) tenor, Sebastião Teixeira (Tonio) barítono, Manuela Freua  (Nedda) soprano, Felipe de Oliveira (Silvio) barítono e Bruno Facio (Peppe) tenor

Local: Theatro São Pedro

Endereço: Rua Barra Funda, 171 - Barra Funda, tel. 3667 0499

Número de Lugares: 636

Apresentações: quarta-feira (11/11) e sexta-feira (13/11) às 20h30 e domingo (15/11) às 17h.

Idade recomendada: 08 anos

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$10,00 (meia) 


Assessoria de Imprensa APAA

Luciana Branco – luciana@lucianabranco.com.br

Marina Rossi – marina@lucianabranco.com.br

Tel 11 3881 9903

A INTEGRAL DOS CHOROS E BACHIANAS BRASILEIRAS, DE VILLA-LOBOS


BIS - BIS 1830/32
Heitor Villa-Lobos
Complete Choros & Bachianas Brasileiras (Integral)

Intérpretes
São Paulo Symphony Orchestra
John Neschling (Choros) & Roberto Minczuk (Bachianas Brasileiras)
Choir of the São Paulo Symphony Orchestra

Soloists including: Fabio Zanon, guitar; Cristina Ortiz, piano; Jean Louis Steuerman, piano; Donna Brown, soprano
Members of the Berlin Philharmonic Wind Quintet with Nigel Shore, cor anglais
Anders Miolin, guitar

Contenido

Heitor Villa-Lobos (1887-1959)

Introduction to the Choros for guitar and orchestra (1929)
Choros No.1 for guitar (1920)
Choros No.2 for flute and clarinet (1924)
Choros No.3, ‘Pica-Pau’ (1925)
Choros No.4 for 3 horns and trombone (1926)
Choros No.5, ‘Alma Brasileira’ for piano (1925)
Choros No.6 for orchestra (1926)
Choros No.7, ‘Settimino’ for winds, violin and cello (1924)
Choros No.8 for large orchestra and 2 pianos (1925)
Choros No.9 for orchestra (1929)
Choros No.10, ‘Rasga o Coração’ for orchestra and mixed choir (1926)
Choros No.11 for piano and orchestra (1928)
Choros No.12 for orchestra (1929); Two Choros (bis) for violin and cello (1928)

Bachianas Brasileiras No.1 for orchestra of violoncelli (1930–38)
Bachianas Brasileiras No.2 for orchestra (1930)
Bachianas Brasileiras No.3 for piano and orchestra (1938)
Bachianas Brasileiras No.4 (Version for piano solo [1930–41] and version for orchestra [1941])
Bachianas Brasileiras No.5 for soprano and orchestra of violoncelli (1938–45)
Bachianas Brasileiras No.6 for flute and bassoon (1938)
Bachianas Brasileiras No.7 for orchestra (1942)
Bachianas Brasileiras No.8 for orchestra (1944)
Bachianas Brasileiras No.9 (1945 – Version for string orchestra and version for choir a cappella)
Quinteto em forma de Choros for flute, oboe, cor anglais, clarinet and bassoon (1928)

7 CD - DDD - 8h 44m 53s

Grand Moscow Classical Ballet no Brasil! - Turnê Nacional 2009

ballet-moscou

Grand Moscow Classical Ballet

Coreografias inovadoras e performances altamente técnicas, aliadas a produções originais e um elenco de solistas premiados internacionalmente marcam os 43 anos de história do Grand Moscow Classical Ballet.

PROGRAMA – A BELA ADORMECIDA (3 atos: 1º 57 min; 2º e 3º juntos – 1h10m) Duração: 127’

* Ballet em três atos – Coreografia por M. Petipa, N. Kasatkina e V. Vasilyov

* Produção e libreto por N. Kasatkina e V. Vasilyov;

* Baseado nas referências de contos de fada de Ch. Perrault

* Cenários e figurinos por E. Dvorkina

PROGRAMA – DOM QUIXOTE (3 atos: 1º 37min., 2º 40min., 3º 25min.) Duração: 102’

* Balé em três atos, seis cenas com prólogo e epílogo.

* Libreto e produção por N. Kasatkina e V. Vasilyov

* Coreografia de M. Petipa, A. Gorsky, N. Kasatkina, V. Vasilyov.

* Cenários: L. Solodovnikov e E. Dvorkina

Belo Horizonte - 07 DE NOVEMBRO, 21h

Espetáculo: “Dom Quixote”

Belo Horizonte - 08 DE NOVEMBRO, 19h

Espetáculo: “A Bela Adormecida”

INFORMAÇÕES:

Local: Palácio das Artes

Endereço: Avenida Afonso Pena 1.537, Centro

Telefone para informações: (31) 32367400       

Brasília - 18 DE NOVEMBRO, 21H

Espetáculo: “Dom Quixote”

INFORMAÇÕES:

Local: Teatro Nacional – Sala Villa Lobos

Endereço: Setor Cultural Norte, via N2

Telefone para informações: (61) 3325-6239       

Curitiba - 12 DE NOVEMBRO, 21H

Espetáculo: “A Bela Adormecida”

Curitiba - 13 DE NOVEMBRO, 21H

Espetáculo: “A Bela Adormecida”

INFORMAÇÕES:

Local: Teatro Guaira

Endereço: Rua XV de Novembro, 971

Telefone para informações: (41)3304-7900      

Juiz de Fora - 06 DE NOVEMBRO, 21h – Única apresentação!

Espetáculo: “Dom Quixote”

Local: Cine Teatro Central.

Endereço: Calçadão da Rua Halfeld, Centro.

Telefone para informações: (32) 3215-1400 

Porto Alegre – 04 DE NOVEMBRO, 21h – Única apresentação!

Espetáculo: “A Bela Adormecida”

Local: Teatro do Sesi.

Endereço: Avenida Assis Brasil, nº 8.787

Telefone para informações: (51) 3347 8787

Rio de Janeiro - 14 DE NOVEMBRO, 21H

Espetáculo: “Dom Quixote”

Rio de Janeiro - 15 DE NOVEMBRO, 18H

Espetáculo: “A Bela Adormecida”

INFORMAÇÕES:

Local: Citibank Hall Rio

Endereço: Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca

Telefone para informações: 0300 789 6846

Salvador - 10 DE NOVEMBRO, 21H

Espetáculo: “Dom Quixote”

Salvador - 11 DE NOVEMBRO, 21H

Espetáculo: “Dom Quixote”

INFORMAÇÕES:

Local: Teatro Castro Alves

Endereço: Praça Dois de Julho,s/n, Campo Grande

Telefone para informações: (71) 3117-4899 / 3264-5955 / 3450-5922       

São Paulo - 20 DE NOVEMBRO, 21H

Espetáculo: “Bela Adormecida”

São Paulo - 21 DE NOVEMBRO, 21H

Espetáculo: “A Bela Adormecida”

São Paulo - 22 DE NOVEMBRO, 20H

Espetáculo: “Dom Quixote”

INFORMAÇÕES:

Local: Teatro Abril

Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 – Bela Vista

Telefone para informações: (11) 2144-5444

 

Moscow Classical Ballet - Dom Quixote por Moscow Classical Ballet Brasil.

John Neschling foge das polêmicas

Neschling em primeira pessoa

Em Música Mundana, maestro relembra, sem revelações, seus anos de trabalho à frente da Osesp

João Luiz Sampaio
ESTADO

"Chama-se Música Mundana o livro que o maestro John Neschling, responsável pela reestruturação da Osesp entre 1997 e 2008, lança no início de novembro. Aguardado com expectativa, imaginava-se que o livro abalaria a república musical brasileira. A obra, no entanto, é um conjunto saboroso de histórias da carreira do maestro; surpreende pelo tom comedido com que ele relembra os momentos mais conturbados de sua gestão à frente da orquestra, em especial sua demissão em janeiro; e decepciona pela ausência de referências a outros episódios polêmicos, como o desentendimento com o então maestro assistente Roberto Minczuk ou as suspeitas de fraude no concurso de piano criado pela orquestra. "
Lauro Machado Coelho, o incansável, lança novo livro.

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No quadro das comemorações do
Ano da França no Brasil, Heraldo Luís Marins anuncia o lançamento de

SINFONIA FANTÁSTICA: Vida e Obra de Hector Berlioz

o terceiro volume da coleção de biografias de compositores
que Lauro Machado Coelho está escrevendo para a ALGOL Editora,

na quarta-feira, 11 de novembro próximo, a partir das 19 horas,
na Saraiva Megastore do shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo.

 

Orquestra Jovem do Estado completa 30 anos

 

 

Com regência de João Maurício Galindo e solistas convidados, a Orquestra fará concerto comemorativo na Sala São Paulo em 31/10

 

Tempo de festa na Tom Jobim EMESP e também para a música erudita nacional: a Orquestra Jovem do Estado completa 30 anos de atividades com uma noite muito especial na Sala São Paulo em 31 de outubro, que contará ainda com Adriana Clis e Flavio Varano como solistas convidados.

 

 “Por favor, toquem sem errar nada porque eu não posso passar vergonha”, brinca o maestro João Mauricio Galindo, ele mesmo um antigo bolsista da Orquestra, famosa por sempre primar pela excelência em suas apresentações nestes 30 anos de história desde sua criação, na edição de 1979 do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão.

 

Para o concerto comemorativo, a “Estadualzinha”, como é carinhosamente chamada, irá executar repertório que contempla um tema brasileiro, Brasiliana, de Camargo Guarnieri, um francês, Scherzo, de Edouard Lalo e outras duas importantes peças com solistas convidados: Kindertotenlieder de Gustav Mahler, que terá participação da mezzo-soprano Adriana Clis e Concerto para piano e orquestra nº 21 de W.A. Mozart, com o pianista Flavio Varani.

 

Adriana Clis:

Carioca, iniciou seus estudos musicais aos seis anos de idade com a mãe, Marcilda Clis. Teve como professores de canto no Brasil Regina Deboer, Leilah Farah, Eiko senda e Carmo Barbosa e na Itália o maestro Píer Miranda Ferraro. É bacharel em Canto pela Faculdade de Música Carlos Gomes. Realizou cursos nos EUA, Itália e Rússia. Em seu repertório, destacam-se participações especiais como solista no Réquiem e A Flauta Mágica de Mozart, Magnificat e Oratório de Natal de Bach, Romeu e Julieta de Berlioz, Nona Sinfonia e Fantasia Coral de Beethoven, A Valquíria e Crepúsculo dos Deuses de Wagner, Madame Butterfly de Puccin, Anel dos Nibelungos de Wagner, entre outras. Em 2000 realizou uma série de recitais na França com o pianista Gilberto Tinetti.

Entre seus prêmios, destacam-se: “Prêmio Carlos Gomes” em 2002 na categoria revelação e IV Concurso Internacional de canto Bidu Sayão, de 2003.

Flavio Varani:

Concertista brasileiro, radicado nos EUA, apresenta-se em vários países como França, Itália, Japão (onde faz turnês todos os anos), Alemanha, Estados Unidos, Colômbia, Venezuela, Equador e Brasil. Tocou sob a regência de importantes maestros, como: Gunter Herbig, Sir Neville Marriner, Semyon Bychkov, Lucas Foss, Eleazar de Carvalho, Eduardo Rahn, Diogo Pacheco e Georg Schmohe.

Aos 13 anos, foi para Paris estudar com Magda Tagliaferro e, em seu primeiro concerto na França, tocou Villa-Lobos, compositor que é, hoje, uma de suas especialidades. É catedrático na Oakland University e diretor artístico da Academia Internacional de Música de Câmara da Alemanha. Dedica parte de seu tempo para compartilhar experiências com jovens pianistas. Atualmente, suas "master classes" são transmitidas, simultaneamente, via satélite, para duas Universidades nos USA: Oskland University e North Westem University. Tem feito discos para a Orion Master Recordings (USA) e Maison Dante (França).

Seus principais prêmios: Harold Bauer Award - Nova York Chopin International Competition - Mallorca Musician of the Year da Michigan Foundation of the Arts - USA e pela APCA, Associação Paulista de Críticos de Arte - São Paulo.

A Orquestra Jovem do Estado

 

Criada em 1979 durante o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, a Orquestra Jovem do Estado tem no regente João Maurício Galindo o seu diretor artístico-pedagógico e é formada por 70 músicos bolsistas.

 

Vem servindo a sucessivas gerações de estudantes de música nestes 30 anos de história, oferecendo uma valiosa experiência para as futuras gerações de instrumentistas de orquestra. Realizou importantes trabalhos, como as primeiras audições brasileiras da ópera Júlio César de Händel, do Stabat Mater de Dvorák e a ópera Albert Herring, de Benjamin Britten. Tem acompanhado solistas como Antonio Del Clarto, Gilberto Tinetti, Claudio Cruz, Céline Imbert, Adélia Issa, Yara Bernette, entre outros.

 

O grupo também representou o Brasil no 2º Encontro Latino Americano de Orquestras Juvenis, realizado em La Plata, Argentina e se apresenta regularmente no Theatro São Pedro na capital paulista e em cidades do interior do estado.

 

A Orquestra faz parte da Tom Jobim EMESP, Escola de Música do Estado de São Paulo, um dos principais centros de excelência de formação musical no Estado de São Paulo geridos pela Santa Marcelina Cultura, Organização Social que administra outros importantes programas de formação musical da Secretaria de Estado da Cultura, como o Festival Internacional de Campos do Jordão, o Coral Jovem do Estado, a Banda Sinfônica Jovem do estado e os programas de educação musical com foco na inclusão social do programa Guri Santa Marcelina, que atende atualmente 7000 crianças e adolescentes em 20 polos na periferia de São Paulo.

 

 

Dia: 31 de outubro

Horário: 21h00

Local: Sala São Paulo: Praça Júlio Prestes, 16 - Luz

Tel para informações: 11 3223-3966

Lugares 1.484

Ingressos:

R$ 2,00 (inteira)

R$ 1,00 (meia-entrada)

 

Acesso para deficientes físicos – Ar Condicionado -

 

Informações para a imprensa:

Cristiane Batista

Conteúdo Comunicação

Imprensa Santa Marcelina Cultura

Tels: 5056 98 26 / 9664 07 54

e-mail: Cristiane.batista@conteudonet.com

Roberta Montanari (roberta.montanari@conteudonet.com)

Tels: 5056-9800/ 9967-3292

Notas Operísticas

   Neschling-O Ministério da Cultura tem um projeto para ópera (milagre) , comandado pelo maestro Neschling e orçado em R$ 14 000 000, 00 (Quatorze milhões de reais), você leu certo amigo, é essa bolada toda. Vão montar a ópera O Barbeiro de Sevilha, percorrer 20 cidades, fazer 100 apresentações com elenco e orquestra fixos de Abril a Outubro de 2010.Deve ter muita gente de olho nesse evento.

  John Neschling

   Minczuk- O maestro Roberto Minczuk não será o diretor artístico do Festival de Inverno de Campos do Jordão em 2010. O cargo está nas mãos da Escola de Música do Estado de São Paulo. Como consolação, Minczuc ficou como artista convidado . A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo foi nomeada residente do evento.Tudo acabou entre amigos.

   Fofoca- O tenor Roberto Alagna se separou do soprano Angela Georghiu. As desculpas usadas foram as de sempre. Ele diz que está se sentindo muito bem e em uma nova fase.Torce para ela ter forças para continuar trabalhando. Que conversinha fiada em seu Alagna.

  Alagna e Georghiu em cena de Alagna e Georghiu

 

No dia 27 de outubro, terça-feira, às 21h, a CESP – Companhia Energética de São Paulo apresenta o recital do Projeto Grandes Vozes 2009 com a soprano brasileira Rosana Lamosa e o barítono argentino Luís Gaeta no Theatro São Pedro, em São Paulo. O pianista é Ricardo Ballestero. O projeto tem o apoio do Governo do Estado de São Paulo, através da Secretaria do Estado da Cultura pelo Programa de Ação Social. Produção da Cia Ópera São Paulo e co-produção da Retrato Brasileiro Interartes. Entrada franca.

O Projeto Grandes Vozes 2009 traz anualmente os mais importantes cantores líricos internacionais, o primeiro da série foi em maio com a grande mezzo-soprano italiana Bruna Baglioni.


Primeira parte

A. Dvorák (1841-1904)
Canção da Lua - da ópera Rusalka
Solista: Rosana Lamosa

W. A. Mozart (1756-1791)
Hai già vinto la causa - da ópera Le nozze di Figaro.
Solista: Luis Gaeta

S. Rachmaninov (1873-1943)
Ne ver mne drug(não creias,meu amigo)
Vessenniye vodi(torrentes primaveris)
Solista: Rosana Lamosa

G. Verdi (1813-1901)
Pari siamo - da ópera Rigoletto
Solista: Luis Gaeta

R. Leoncavallo (1858-1919)
Silvio! A quest"ora... - da ópera I Pagliacci
Solistas: Rosana Lamosa e Luis Gaeta


Segunda parte

R. Leoncavallo
Prologo - da ópera I Pagliacci
Solista: Luis Gaeta

G. Puccini (1858-1924)
Che Il bel sogno di Doretta - da ópera La Rondine
Solista: Rosana Lamosa

J. Offenbach (1819-1880)
Scintille diamant - da ópera Les Contes d"Hoffmann
Solista: Luis Gaeta

G. Donizetti (1797-1848)
Quel guardo Il cavalieri
Buone nuove, Norina... - da ópera Don Pasquale
Solistas: Rosana Lamosa e Luis Gaeta

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William Hogarth (Paintings after John gays

Ópera e Balé - Uma arte para poucos

   A ópera e o balé são expressões artísticas apreciadas por minorias. Desde o nascimento dessas artes até os dias de hoje, uma pacela ínfima da população vai ao teatro e se dispõe a ficar algumas horas vendo uma ópera ou um grande balé. Sempre ouço dizer que essas formas de arte podem ser popularizadas, cair no gosto do povo, da massa e serem comentadas no dia-a-dia. Para os que o dizem, respondo que isso não ocorreu em 400 anos e não vai acontecer.
   Hoje temos o computador, o cinema, o DVD, a televisão e inúmeras outras formas de entreterimento. Modernas, ágeis e sempre se reinventando. Estamos na era da velocidade, tudo é muito rápido, dinâmico. As pessoas não conseguem ficar horas em um teatro depois de um dia de trabalho assistindo um Tristan und Isolde de Wagner. A  galera quer diversão fácil, mastigada e pronta para o consumo. 
    Ópera e balé não fazem parte do currículo dos dias de hoje. Quando falo aos amigos que gosto de ópera , eles geralmente lembram o filme "Uma Linda Mulher". Famosa a cena que o bonitão leva a prostituta para assistir La Traviata de Verdi e ela adora. As mulheres se interessam pelo glamour, pelo romantismo e pelo jantar, não pela ópera em si. Em uma récita de estréia, no Teatro Alfa, de uma rara ópera de Carlos Gomes, havia inúmeras senhoras. Todas bem vestidas, pomposas com suas jóias e vestidos de noite. Revistas de fofocas tiravam fotos  e o coquetel rolava solto. Homens com traje de gala. Após o primeiro intervalo todas sumiram, simplesmente desapareceram. Foram atrás de badalação e não de ópera. Ficaram aqueles que realmente gostam da grande arte. 
   Países de "primeiro mundo " têm em sua população uma pequena minoria que gosta de ópera e balé. Essa pode ser maior que os paises "em desenvolvimento" , mas não passa de uma minoria. A verdade é uma só: ópera e balé são artes para minorias, como  os fatos de 400 anos de história comprovam. Somos seres estranhos, gostamos da arte que associa canto, música, teatro, literatura, poesia, arquitetura e muitas outras mais. Mas essa arte esta parada no tempo, onde a ação é lenta. O poder de renovar público fica restrito ao ambiente familiar ou à sensibilidade artística que poucas pessoa têm. 

The Dance Foyer at the Opera (detail) Edgar Degas Fine Art MOUSE PAD

Tom Jobim-EMESP recebe o lançamento do software Musibraille

 

Software capacita professores no ensino de música para deficientes visuais; lançamento em São Paulo será de 21 a 23 de outubro na sede da escola

 

Músicos com deficiência visual já podem contar com uma nova e eficiente ferramenta de trabalho e aprendizado: o software Musibraille, projeto que será lançado em São Paulo na sede da Tom Jobim EMESP - Escola de Música do Estado de São Paulo de 21 a 23 de outubro, com o objetivo de capacitar  professores para o ensino da música aos portadores de deficiência visual. A escola Tom Jobim – EMESP é gerida pela  Santa Marcelina Cultura, Organização Social ligada à Secretaria de Estado da Cultura.

 

Trata-se do primeiro software em língua portuguesa para a transcrição de partituras a utilizar o método Braille, permitindo que o estudante cego faça a transcrição automatizada de textos musicais a partir do papel. O software será distribuído aos professores de música interessados em três dias de capacitação na Tom Jobim - EMESP, totalizando 30 horas de curso. Os participantes receberão, além do software, um livro em tinta, um caderno de exercício em braille para o professor aplicar ao aluno cego ou vice-versa e um certificado de presença.

 

Para o professor de violão popular da Tom Jobim EMESP Conrado Francisco Paulino, que dá aulas para deficientes visuais intuitivamente, “sem qualquer técnica em Braille, mas com muita disposição”, como diz, a medida trará aos professores uma didática especial que os auxiliará no ensino teórico do trabalho, dando também maior confiança aos alunos.

 

Além do software, o projeto prevê disseminação deste conhecimento por meio da criação e manutenção de uma biblioteca virtual de músicas em Braille em todo o país. Atualmente a Tom Jobim - EMESP possui seis alunos deficientes visuais que aprendem violão e outras cordas dedilhadas e uma professora que ensina Musicografia em Braille. O lançamento deste novo software é mais uma medida da Tom Jobim - EMESP para o melhor desenvolvimento do ensino, permitindo a inclusão social dos alunos já matriculados e dos futuros.

 

A Musicografia Braille é uma área do estudo da música que está focada em prover o acesso de deficientes visuais e pessoas de visão reduzida ao material musical escrito em tinta através do sistema de grafia braile. Foi desenvolvida em 1828 pelo francês Louis Braille, que adaptou a técnica para transcrição de textos também desenvolvida para a transcrição musical. Por meio desta técnica um texto musical de qualquer complexidade pode ser transcrito para a forma tátil e facilmente assimilado pelos deficientes visuais.

Toda partitura pode ser escrita com os 63 símbolos Braille, indicando todos os detalhes possíveis em partituras escritas a tinta. Apesar disso, há pouco material e softwares que possibilitem o trabalho nesta área. Muitas vezes este fato é agravado pela falta de experiência dos professores de música para lecionar aos deficientes visuais alegando que é impossível passar o conteúdo das partituras efetivamente.

Isso torna muito difícil a inclusão de músicos deficientes nas escolas e faculdades de música. As partituras em Braille proporcionam sua autonomia e independência e abrem novas possibilidades de trabalho. O uso de software específico pode dar ao músico deficiente a possibilidade de escrever suas próprias composições e ainda imprimi-las em tinta.

·         Software Musibraille

Foram necessários 10 anos de pesquisa para o desenvolvimento do software. Segundo Dolores Tomé, coordenadora do projeto Musibraille, existem poucos programas de computador disponíveis no mercado para transcrição musical em Braille e, para o contexto brasileiro, esses programas estão fora da realidade uma vez que, além de caros, são incompletos e não emulam voz em português, impedindo a disseminação da utilização direta ou como ferramenta de ensino qualificado. "Além disso, como os professores de música não têm conhecimento da Musicografia Braille, recusam os estudantes por julgarem impossível o aprendizado da partitura musical com efetividade. projeto Musibraille destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes às dos colegas de visão normal. A técnica de Musicografia Braille é uma das principais ferramentas que permitem essa equivalência”, diz.

 

http://intervox.nce.ufrj.br/musibraille/

http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1223679-10406,00-COMPUTADOR+AJUDA+CEGOS+A+COMPOR+MUSICA.html

www.emesp.org.br

 

 

Lançamento do software Musibraille em São Paulo:

Capacitação gratuita de professores na Tom Jobim - EMESP

De 21 a 23 de outubro de 2009

Tom Jobim EMESP – Largo General Osório, 147 – Luz

Informações: Tel. (55 11) 3585-9888

Horários: das 9h00 às 18h00

Curso de 30 horas com certificado de participação aos professores

Inscrições com Claudia Ramos na secretaria pedagógica da Tom Jobim - EMESP:

Claudia.ramos@emesp.org.br

Ramal 3585 9988 ramal 9912

 

 

Informações para a imprensa:

Cristiane Batista

Conteúdo Comunicação

Imprensa Santa Marcelina Cultura

Tels: 5056 98 26 / 9664 07 54

e-mail: Cristiane.batista@conteudonet.com

e Roberta Montanari:  5056-9800/ 9967-3292:

Roberta.montanari@conteudonet.com

 

Osesp divulga temporada 2010

Osesp divulga temporada 2010
 

 Grandes nomes e novas séries!

OSESP DIVULGA SUA TEMPORADA DE CONCERTOS 2010
COM A PRESENÇA DE GRANDES NOMES E NOVAS SÉRIES.

A participação de artistas brasileiros é uma das maiores dos últimos anos, com 18 atrações, entre solistas, regentes e grupos convidados. Lançamento da temporada prepara público para início do período de renovação e venda de assinaturas para o próximo ano.


A temporada 2010 da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo é, certamente, uma das mais ricas em variedade e amplitude. Respeitando os pilares que transformaram a Osesp em referência de qualidade artística, a programação contará com diversificação de estilos e períodos; um grande número de compositores e convidados brasileiros e uma atenção especial à música contemporânea.

Para o desenvolvimento desta temporada, a direção da Fundação Osesp contou com a importante colaboração de dois respeitados consultores artísticos internacionais - Henry Fogel, reitor da Faculdade de Artes Dramáticas e Musicais da Universidade Roosevelt e ex-presidente da Sinfônica de Chicago e da Liga das Orquestras Americanas e Timothy Walker, diretor executivo e artístico da Filarmônica de Londres. Ao lado do diretor executivo da Fundação Osesp, Marcelo Lopes, e de seu administrador artístico, Ulrich Schneider, fizeram da temporada 2010 motivo de orgulho e entusiasmo para todo o grupo.

A temporada terá início nos dias 4, 5 e 6 de março com uma abertura grandiosa que contará com a presença do Coro da Osesp, do Coral Paulistano, da soprano Susan Bullock e do pianista Lars Vogt. Sob o comando de seu regente principal, Yan Pascal Tortelier, a Osesp executará quatro destacadas obras do repertório clássico: Ruy Blas, Op. 95: Abertura, de Felix Mendelssohn–Bartholdy; Concerto para Piano em lá menor, Op .54, de Robert Schumann; Prélude à l Après-midi d"un Faune, de Claude Debussy e Salmo 47, Op.38, de Florent Schmit.

O tradicional encerramento de temporada acontecerá nos dias 16, 17 e 18 de dezembro e não será menos grandioso. Com a mesma regência de Tortelier, a Osesp apresentará a Sinfonia nº 9 em ré menor, WAB 109 - Inacabada, de Anton Bruckner.

A apresentação da Temporada 2010 marca também o lançamento da campanha de renovação e venda de assinaturas que terá início no dia 27 de outubro e estende-se até o dia 14 de dezembro (veja quadro acima). Mais detalhes no final deste material.


Destaques da programação

Além de um meticuloso trabalho de avaliação e estruturação, a Temporada 2010 da Osesp fará menção especial a algumas importantes datas no cenário clássico. Em 2010, celebra-se o 150º aniversário de nascimento de Gustav Mahler e, em 2011, o 100º de sua morte. Durante as duas temporadas a Osesp realizará o ambicioso projeto de apresentar todas as sinfonias do compositor austríaco, bem como seus principais ciclos de canções.

Para tanto, o palco da Sala São Paulo receberá, neste ano, dois influentes regentes da atualidade, o maestro John Nelson — diretor musical honorário do Ensemble Musicale de Paris — e a maestrina Marin Alsop —diretora artística da Sinfônica de Baltimore. Eles serão os responsáveis pelas performances do ciclo de canções Rückert Lieder e da Sinfonia nº 7, respectivamente.

Além deles, esta primeira parte da série de obras de Mahler contará com a presença de Roberto Minczuk na Sinfonia nº 1, Giancarlo Guerrero e Nathalie Stutzmann na Sinfonia nº 3, Justin Brown e Gabriella Pace na Sinfonia nº 4, Thomas Dausgaard na Sinfonia nº 6 e Petra Lang nas Rückert Lieder.

Também em 2010, comemora-se o bicentenário de nascimento de Robert Schumann, que terá seu concerto para piano como uma das obras de abertura da temporada. Por fim, comemora-se ainda o 200º aniversário do nascimento de Chopin, que será celebrado com seus dois concertos para piano em semanas consecutivas de maio, com duas estrelas em franca ascensão no cenário internacional: o pianista croata Dejan Lazic e a pianista polonesa Ewa Kupiec, que fará, ainda, um recital solo inteiramente dedicado ao compositor polonês.

Outros importantes destaques são as presenças dos regentes Thomas Dausgaard, Kristjan Järvi, Carlos Kalmar, Louis Langrée, Arvo Volmer, os brasileiros Celso Antunes, Isaac Karabtchevsky e Roberto Minczuk e o genial finlandês Hannu Lintu.

Entre os solistas, o suíço Emmanuel Pahud, que volta a tocar com a Osesp depois de sete anos; e o regente e violinista Pinchas Zukerman, um dos mais importantes instrumentistas de todos os tempos, que apresenta-se pela primeira vez na Sala São Paulo e mostrará duas diferentes facetas: como regente em três concertos com Bach, Haydn e Brahms e como violinista num programa da Série de Câmara, com seu grupo, o Zukerman Chamber Players.

Além destes dois consagrados artistas, o público da Osesp poderá conhecer uma das maiores promessas do oboé: vencedor do concorrido ARD International Music Competition de Munique, em 2007, o jovem oboísta Ramón Ortega Quero, de apenas 21 anos, tem sido disputado pelos principais palcos de todo mundo.

Fonte: movimento.com 

 

OSESP TEMPORADA 2010-PRIMEIRO SEMESTRE

TEMPORADA 2010

Jacarandá 04 MAR qui 21h00
Pequiá 05 MAR sex 21h00
Ipê 06 MAR sáb 16h30

YAN PASCAL TORTELIER regente
LARS VOGT piano
SUSAN BULLOCK soprano
CORO DA OSESP
CORAL PAULISTANO

- FELIX MENDELSSOHN-BARTHOLDY
RUY BLAS, OP.95: ABERTURA
- ROBERT SCHUMANN
CONCERTO PARA PIANO EM LÁ MENOR, OP.54
- CLAUDE DEBUSSY
PRÉLUDE À L APRÈS-MIDI D UN FAUNE
- FLORENT SCHMITT
SALMO 47, OP.38


Um Certo Olhar
noite 11 MAR qui 19h00
tarde 13 MAR sáb 14h45

- LUDWIG VAN BEETHOVEN
OCTETO DE SOPROS EM MI BEMOL MAIOR, OP.103
- WOLFGANG A. MOZART
SERENATA Nº 11 EM MI BEMOL MAIOR, KV 375


Cedro 11 MAR qui 21h00
Araucária 12 MAR sex 21h00
Mogno 13 MAR sáb 16h30

YAN PASCAL TORTELIER regente
GUY JOHNSTON violoncelo

- PAUL DUKAS
LA PÉRI: FANFARE
- CLAUDE DEBUSSY
NOTURNOS
- RICHARD STRAUSS
DON QUIXOTE, OP.35
- SALOMÉ, OP.54: DANÇA DOS SETE VÉUS


Carnaúba 18 MAR qui 21h00
Paineira 19 MAR sex 21h00
Imbuia 20 MAR sáb 16h30

JUSTIN BROWN regente
AUGUSTIN HADELICH violino
GABRIELLA PACE soprano

- BENJAMIN BRITTEN
PETER GRIMES: PASSACAGLIA, OP.33B
- SAMUEL BARBER
CONCERTO PARA VIOLINO, OP.14
- GUSTAV MAHLER
SINFONIA Nº 4 EM SOL MAIOR


Pau-Brasil 25 MAR qui 21h00
Sapucaia 26 MAR sex 21h00
Jequitibá 27 MAR sáb 16h30

ALEJANDRO POSADAS regente
ADRIANA CLIS mezzo soprano
HAGAI SHAHAM violino

- MANUEL DE FALLA
EL SOMBRERO DE TRES PICOS
- ERNEST BLOCH
BAAL SHEM
- JENO HUBAY
CENAS DA CSARDA: Nº 4 E 5
- MAURICE RAVEL
BOLERO


Série Coral 28 MAR dom 17h00
CORO DE CÂMARA DA OSESP
NAOMI MUNAKATA regente

PAIXÃO
JOSÉ MAURICIO NUNES GARCIA
FRANCIS POULENC
TOMÁS LUIS DE VICTORIA
ANTONIO LOTTI
WILLIAM BYRD
JOHANN SEBASTIAN BACH


Um Certo Olhar
noite 08 ABR qui 19h00
tarde 10 ABR sáb 14h45

SOFIA GUBAIDULINA
QUASI HOQUETUS

- ANTON ARENSKY
TRIO EM RÉ MENOR


Cedro 08 ABR qui 21h00
Araucária 09 ABR sex 21h00
Mogno 10 ABR sáb 16h30

ISAAC KARABTCHEVSKY regente
JEAN-LOUIS STEUERMAN piano
CORO INFANTIL
CORO DA OSESP

- NIKOLAI RIMSKY-KORSAKOV
ABERTURA GRANDE PÁSCOA RUSSA, OP.36
- SERGEI RACHMANINOV
RAPSÓDIA SOBRE UM TEMA DE PAGANINI, OP.43
- HEITOR VILLA-LOBOS
BACHIANAS BRASILEIRAS Nº4
MANDÚ-ÇARARÁ


QUARTETO OSESP
11 ABR dom 17h00
JEAN-LOUIS STEUERMAN piano

- LUDWIG VAN BEETHOVEN
QUARTETO Nº 13 EM SI BEMOL MAIOR, OP.130
- ERNST VON DOHNÁNYI
QUINTETO COM PIANO EM MI BEMOL MENOR, OP.26


Carnaúba 15 ABR qui 21h00
Paineira 16 ABR sex 21h00
Imbuia 17 ABR sáb 16h30

LOUIS LANGRÉE regente
OLE EDVARD ANTONSEN trompete

- WOLFGANG A. MOZART
LA CLEMENZA DI TITO, KV 621: ABERTURA
- JOHANN NEPOMUK HUMMEL
CONCERTO PARA TROMPETE EM MI MAIOR
- ANDRÉ JOLIVET
CONCERTINO PARA TROMPETE
- PYOTR I. TCHAIKOVSKY
SINFONIA Nº 6 EM SI MENOR, OP.74 – PATÉTICA


Série de Câmara
18 ABR dom 17h00

OLE EDVARD ANTONSEN regente e trompete

- FELIX MENDELSSOHN-BARTHOLDY
HARMONIEMUSIK, OP.24: ABERTURA
- RICHARD STRAUSS
SERENATA EM MI B MAIOR, OP.7
- DMITRI SHOSTAKOVICH
DUAS PEÇAS DE SCARLATTI, OP.17
- HANS GEFORS
SNURRA
- EDVARD GRIEG
MARCHA FÚNEBRE
- HENRI TOMASI
FANFARRAS LITÚRGICAS


Jacarandá 22 ABR qui 21h00
Pequiá 23 ABR sex 21h00
Ipê 24 ABR sáb 16h30

ROBERTO MINCZUK regente
CLÁUDIO CRUZ violino

- LUDWIG VAN BEETHOVEN
ABERTURA ZUR NAMENSFEIER, OP.115
- RONALDO MIRANDA
CONCERTO PARA VIOLINO
- GUSTAV MAHLER
SINFONIA Nº 1 EM RÉ MAIOR – TITÃ


Cedro 29 ABR qui 21h00
Araucária 30 ABR sex 21h00
Mogno 01 MAI sáb 16h30

ALEXANDER VEDERNIKOV regente
CRISTINA ORTIZ piano

- ALEXANDER BORODIN
PRÍNCIPE IGOR: DANÇAS POLOVTSIANAS
- WILHELM STENHAMMAR
CONCERTO Nº 2 PARA PIANO EM RÉ MENOR, OP.23
- PYOTR I. TCHAIKOVSKY
SUITE Nº 3 EM SOL MAIOR, OP.55


Pau-Brasil 06 MAI qui 21h00
Sapucaia 07 MAI sex 21h00
Jequitibá 08 MAI sáb 16h30

HEINZ HOLLIGER regente
ANU KOMSI soprano
LUISA FRANCESCONI mezzo soprano
BRIGITTE BALLEYS contralto
CORO DA OSESP

- HEINZ HOLLIGER
ARDEUR NOIRE (D APRÈS DEBUSSY)
MORGENSTERN-LIEDER
- CLAUDE DEBUSSY
O MARTÍRIO DE SÃO SEBASTIÃO


Jacarandá 13 MAI qui 21h00
Pequiá 14 MAI sex 21h00
Ipê 15 MAI sáb 16h30

JOHN NELSON regente
PETRA LANG mezzo soprano

- GUSTAV MAHLER
RÜCKERT LIEDER
- ROBERT SCHUMANN
MANFRED, OP.115: ABERTURA
SINFONIA Nº 2 EM DÓ MAIOR, OP.61


Série de Câmara
16 MAI dom 17h00

EMMANUELE BALDINI regente e violino

- ANTONIO VIVALDI: CONCERTI A TITOLO
CONCERTO EM DÓ MAIOR, RV 180 - IL PIACERE
CONCERTO EM DÓ MENOR, RV 199 - IL SOSPETTO
CONCERTO EM MI MENOR, RV 277 - IL FAVORITO
CONCERTO EM RÉ MAIOR, RV 208 - GROSSO MOGUL
CONCERTO EM FÁ MAIOR, RV 286 - PER LA SOLENNITÀ DI SAN LORENZO


Recitais 17 MAI seg 21h00

EWA KUPIEC piano

- FRÉDÉRIC CHOPIN
SCHERZO Nº 3 EM DÓ SUSTENIDO MENOR, OP.39
QUATRO MAZURKAS, OP.41
VALSA EM LÁ BEMOL MAIOR, OP.42
TARANTELLA EM LÁ BEMOL MAIOR, OP.43
POLONAISE EM FÁ SUSTENIDO MENOR, OP.44
PRELÚDIO EM DÓ SUSTENIDO MENOR, OP.45
BALADA Nº 3 EM LÁ BEMOL MAIOR, OP.47
DOIS NOTURNOS, OP.48
FANTASIA EM FÁ MENOR, OP.49


Um Certo Olhar
noite 20 MAI qui 19h00
tarde 22 MAI sáb 14h45

- ARNOLD BAX
QUINTETO PARA HARPA E CORDAS
- ANDRÉ CAPLET
CONTE FANTASTIQUE
- DIVERSOS
TRÊS TRANSCRIÇÕES PARA DUAS HARPAS
(SOBRE OBRAS DE RAVEL, DEBUSSY E GRANADOS)


Pau-Brasil 20 MAI qui 21h00
Sapucaia 21 MAI sex 21h00
Jequitibá 22 MAI sáb 16h30

YAN PASCAL TORTELIER regente
EWA KUPIEC piano

- JEAN SIBELIUS
CAVALGADA NOTURNA E NASCER DO SOL, OP.55
- FRÉDÉRIC CHOPIN
CONCERTO Nº 1 PARA PIANO EM MI MENOR, OP.11
- MAURICE RAVEL
PAVANE POUR UNE INFANTE DÉFUNTE
- FLORENT SCHMITT
A TRAGÉDIA DE SALOMÉ, OP.50: SUITE


QUARTETO OSESP
23 MAI dom 17h00

PEDRO GADELHA pianocontrabaixo

- ALBERTO NEPOMUCENO
QUARTETO Nº 3 EM RÉ MENOR - BRASILEIRO
- KAROL SZYMANOWSKI
QUARTETO Nº 1 EM DÓ MAIOR, OP.37
- ANTONÍN DVORÁK
QUINTETO DE CORDAS EM SOL MAIOR, OP.77


Jacarandá 27 MAI qui 21h00
Pequiá 28 MAI sex 21h00
Ipê 29 MAI sáb 16h30

YAN PASCAL TORTELIER regente
DEJAN LAZIC piano

- WITOLD LUTOSLAWSKI
MÚSICA FÚNEBRE
- FRÉDÉRIC CHOPIN
CONCERTO Nº 2 PARA PIANO EM FÁ MENOR, OP.21
- PYOTR I. TCHAIKOVSKY
SINFONIA Nº 1 EM SOL MENOR, OP.13 - SONHOS DE INVERNO


Série Coral 30 MAI dom 17h00

CORO DE CÂMARA DA OSESP
NAOMI MUNAKATA regente
FERNANDO TOMIMURA piano

NOITE
GYÖRGY LIGETI
ORLANDO DI LASSO
RONALDO MIRANDA
JOHANNES BRAHMS
FRANCIS POULENC
FELIX MENDELSSOHN-BARTHOLDY
BENJAMIN BRITTEN
PAUL FETLER
ROBERT SCHUMANN
FRANZ SCHUBERT
SAMUEL BARBER
EDWARD ELGAR
AYLTON ESCOBAR
JOSEPH RHEINBERGER


Cedro 03 JUN qui 21h00
Araucária 04 JUN sex 21h00
Mogno 05 JUN sáb 16h30

KRISTJAN JÄRVI regente
MARTIN GRUBINGER percussão

- EDVARD GRIEG
SUITE LÍRICA, OP.54
- ERKKI-SVEN TÜÜR
SINFONIA Nº 4 - MAGMA (PARA PERCUSSÃO E ORQUESTRA)
- IGOR STRAVINSKY
A SAGRAÇÃO DA PRIMAVERA


Carnaúba 10 JUN qui 21h00
Paineira 11 JUN sex 21h00
Imbuia 12 JUN sáb

JAKUB HRUSA regente
BORIS BROVTSYN violino

- JOSEF SUK
SCHERZO FANTASTIQUE, OP.25
- ANTONÍN DVORÁK
CONCERTO PARA VIOLINO EM LÁ MENOR, OP.53
- BEDRICH SMETANA
MÁ VLAST: EXCERTOS


Pau-Brasil 17 JUN qui 21h00
Sapucaia 18 JUN sex 21h00
Jequitibá 19 JUN sáb

THOMAS DAUSGAARD regente
RICARDO CASTRO piano

- WOLFGANG A. MOZART
CONCERTO Nº 26 PARA PIANO EM RÉ MAIOR - COROAÇÃO
- GUSTAV MAHLER
SINFONIA Nº 6 EM LÁ MENOR – TRÁGICA


Cedro 24 JUN qui 21h00
Araucária 25 JUN sex 21h00
Mogno 26 JUN sáb

CELSO ANTUNES regente
MARIA HAAN soprano
DENISE DE FREITAS mezzo soprano
MIROSLAV DVORSKY tenor
ZDENEK PLECH baixo
CORO DA OSESP

- ANTONÍN DVORÁK
STABAT MATER, OP.58

OSESP TEMPORADA 2010-SEGUNDO SEMESTRE


Jacarandá 01 JUL qui 21h00
Pequiá 02 JUL sex 21h00

CARLOS KALMAR regente
EMMANUEL PAHUD flauta

- HECTOR BERLIOZ
O CARNAVAL ROMANO, OP.9: ABERTURA
- CARL REINECKE
CONCERTO PARA FLAUTA EM RÉ MAIOR, OP.283
- RODOLFO COELHO DE SOUZA
O LIVRO DOS SONS
- ANTONÍN DVORÁK
SINFONIA Nº 7 EM RÉ MENOR, OP.70


Carnaúba 05 AGO qui 21h00
Paineira 06 AGO sex 21h00
Imbuia 07 AGO sáb 16h30

YAN PASCAL TORTELIER regente
MONICA GROOP mezzo soprano
KONSTANTIN WOLFF baixo-barítono
CORO DA OSESP

- FRANZ SCHUBERT
SINFONIA EM SI MENOR, D 759 - INACABADA
- PAUL HINDEMITH
REQUIEM


Recitais 09 AGO seg 21h00

JEAN-EFFLAM BAVOUZET piano
OBRAS DE HAYDN, BEETHOVEN E DEBUSSY


Pau-Brasil 12 AGO qui 21h00
Sapucaia 13 AGO sex 21h00
Jequitibá 14 AGO sáb 16h30

ARVO VOLMER regente
JEAN-EFFLAM BAVOUZET piano

- ARVO PÄRT
CANTUS IN MEMORIAM BENJAMIN BRITTEN
- CLAUDE DEBUSSY
FANTASIA PARA PIANO E ORQUESTRA
- LEOS JANÁCEK
CONCERTINO PARA PIANO
- JEAN SIBELIUS
SINFONIA Nº 7 EM DÓ MAIOR, OP.105


Série de Câmara
15 AGO dom 17h00

ZUKERMAN CHAMBER PLAYERS
PROGRAMA A SER DIVULGADO


Um Certo Olhar
noite 19 AGO qui 19h00
tarde 21 AGO sáb 14h45

- RADAMÉS GNATTALI
SUITE PARA QUINTETO DE SOPROS
- DIVERSOS
SELEÇÃO DE CHOROS
- OSVALDO LACERDA
SUITE PARA CINCO
- LIDUÍNO PITOMBEIRA
SUITE HERMÉTICA


Jacarandá 19 AGO qui 21h00
Pequiá 20 AGO sex 21h00
Ipê 21 AGO sáb 16h30

PINCHAS ZUKERMAN regente e violino
JESSICA LINNEBACH violino
AMANDA FORSYTH violoncelo

- JOHANN SEBASTIAN BACH
CONCERTO PARA DOIS VIOLINOS E CORDAS EM RÉ MENOR, BWV 1043
- MAX BRUCH
CANZONE PARA VIOLONCELO EM SI BEMOL MAIOR, OP.55
ADAGIO SOBRE MELODIAS CELTAS PARA VIOLONCELO, OP.56
- JOSEPH HAYDN
CONCERTO PARA VIOLINO EM DÓ MAIOR
- JOHANNES BRAHMS
VARIAÇÕES SOBRE UM TEMA DE HAYDN, OP.56ª


QUARTETO OSESP
22 AGO dom 17h00

OLGA KOPYLOVA piano

- JOHANNES BRAHMS
QUARTETO Nº 3 EM SI BEMOL MAIOR, OP.67
- SERGEI TANEYEV
QUINTETO COM PIANO EM SOL MENOR, OP.30


Carnaúba 26 AGO qui 21h00
Paineira 27 AGO sex 21h00
Imbuia 28 AGO sáb 16h30

HANNU LINTU regente
SIMON TRPCESKI piano

- CLAUDE DEBUSSY
JEUX
- CAMILLE SAINT-SAËNS
CONCERTO Nº 2 PARA PIANO EM SOL MENOR, OP.22
- JEAN SIBELIUS
LENDAS LEMMINKÄINEN, OP.22


Série Coral 29 AGO dom 17h00

CORO DE CÂMARA DA OSESP
NAOMI MUNAKATA regente
EVERTON GLOEDEN violão

CANÇÕES DE GARCÍA LORCA
EINOJUHANI RAUTAVAARA
MANUEL OLTRA
GISELA HERNÁNDEZ GONZALO
MIGUEL LETELIER
MODESTA BOR
NIBALDO ARANEDA
AYLTON ESCOBAR
MARIO CASTELNUOVO-TEDESCO


Recitais 30 AGO qua 21h00

SIMON TRPCESKI piano
OBRAS DE CHOPIN E RACHMANINOV


Cedro 02 SET qui 21h00
Araucária 03 SET sex 21h00
Mogno 04 SET sáb 16h30

KEES BAKELS regente
RAMÓN ORTEGA QUERO oboé

- ANTONÍN DVORÁK
VARIAÇÕES SINFÔNICAS, OP.78
- RICHARD STRAUSS
CONCERTO PARA OBOÉ EM RÉ MAIOR
- LUDWIG VAN BEETHOVEN
SINFONIA Nº 7 EM LÁ MAIOR, OP.92


Um Certo Olhar
noite 09 SET qui 19h00
tarde 11 SET sáb 14h45

- JOHAN SVENDSEN
OCTETO DE CORDAS EM LÁ MAIOR, OP.3
DUAS CANÇÕES FOLCLÓRICAS SUECAS, OP.27


Pau-Brasil 09 SET qui 21h00
Sapucaia 10 SET sex 21h00
Jequitibá 11 SET sáb 16h30

JAMES GAFFIGAN regente
LEILA JOSEFOWICZ violino

- JEAN-BAPTISTE LULLY
O BURGUÊS FIDALGO: MARCHA PARA A CERIMÔNIA TURCA
- JOHN ADAMS
CONCERTO PARA VIOLINO
- FRANZ SCHUBERT
SINFONIA EM DÓ MAIOR, D 944 - A GRANDE


Cedro 16 SET qui 21h00
Araucária 17 SET sex 21h00
Mogno 18 SET sáb 16h30

MARIN ALSOP regente

- LEONARD BERNSTEIN
OPENING PRAYER
- GUSTAV MAHLER
SINFONIA Nº 7 EM MI MENOR

Recitais 21 SET ter 21h00

PAUL LEWIS piano

- WOLFGANG A. MOZART
ADAGIO EM SI MENOR, KV 540
- ROBERT SCHUMANN
FANTASIA EM DÓ MAIOR, OP.17
- FRANZ LISZT
VALLÉE D OBERMANN
- LUDWIG VAN BEETHOVEN
SONATA Nº 21 EM DÓ MAIOR, OP.53 – WALDSTEIN


Jacarandá 23 SET qui 21h00
Pequiá 24 SET sex 21h00
Ipê 25 SET sáb 16h30

DAVID ATHERTON regente
PAUL LEWIS piano

- JOHANNES BRAHMS
SERENATA Nº 1 EM RÉ MAIOR, OP.11
- WOLFGANG A. MOZART
O EMPRESÁRIO, KV 486: ABERTURA
- LUDWIG VAN BEETHOVEN
CONCERTO Nº 5 PARA PIANO EM MI BEMOL MAIOR, OP.73 – IMPERADOR


Carnaúba 30 SET qui 21h00
Paineira 01 OUT sex 21h00
Imbuia 02 OUT sáb 16h30

MIGUEL HARTH-BEDOYA regente
ALISA WEILERSTEIN violoncelo
MICHAEL WARD-BERGEMAN hiperacordeão
JAMEY HADDAD percussão
BIELLA DA COSTA cantora
CORO DA OSESP
OSVALDO GOLIJOV
LAST ROUND
AZUL - CONCERTO PARA VIOLONCELO E ORQUESTRA
OCEANA


QUARTETO OSESP
03 OUT dom 17h00

- IGOR STRAVINSKY
CONCERTINO PARA QUARTETO DE CORDAS
- CLAUDE DEBUSSY
QUARTETO EM SOL MENOR, OP.10
- LUDWIG VAN BEETHOVEN
QUARTETO Nº 9 EM DÓ MAIOR, OP.59 Nº 3


Um Certo Olhar
noite 07 OUT qui 19h00
tarde 09 OUT sáb 14h45

- JOHANNES BRAHMS
VARIAÇÕES SOBRE UM TEMA DE HAYDN, OP.56B
- DMITRI SHOSTAKOVICH
CONCERTINO, OP.94
- SERGEI RACHMANINOV
FANTASIA (SUITE Nº 1) EM SOL MENOR, OP.5


Pau-Brasil 07 OUT qui 21h00
Sapucaia 08 OUT sex 21h00
Jequitibá 09 OUT sáb 16h30

GIANCARLO GUERRERO regente
NATHALIE STUTZMANN contralto
CORO INFANTIL DA OSESP
CORO DA OSESP

- GUSTAV MAHLER
SINFONIA Nº 3 EM RÉ MENOR


Carnaúba 14 OUT qui 21h00
Paineira 15 OUT sex 21h00
Imbuia 16 OUT sáb 16h30

GIANCARLO GUERRERO regente

- M. CAMARGO GUARNIERI
SUÍTE VILA RICA
- ROBERTO SIERRA
SINFONIA Nº 4
- ALBERTO GINASTERA
PAMPEANA Nº 3, OP.24
- JULIÁN ORBÓN
TRÊS VERSÕES SINFÔNICAS


Série de Câmara
17 OUT dom 17h00

CLÁUDIO CRUZ regente

- EDINO KRIEGER
DIVERTIMENTO PARA ORQUESTRA DE CORDAS
- JOHAN SVENDSEN
ROMANCE, OP.26
- WOLFGANG A. MOZART
SERENATA EM RÉ MAIOR, KV 250 – HAFFNER


Ipê 23 OUT sáb 16h30

YAN PASCAL TORTELIER regente

- MODEST MUSSORGSKY
KHOVANTCHINA: PRELÚDIO
- WITOLD LUTOSLAWSKI
CONCERTO PARA ORQUESTRA
- MAURICE RAVEL
ALBORADA DEL GRACIOSO
RAPSÓDIA ESPANHOLA
- EMMANUEL CHABRIER
ESPANHA - RAPSÓDIA PARA ORQUESTRA

Pau-Brasil 28 OUT qui 21h00
Sapucaia 29 OUT sex 21h00
Jequitibá 30 OUT sáb 16h30

YAN PASCAL TORTELIER regente
ANTONIO MENESES violoncelo

- ANTONIO CARLOS GOMES
LO SCHIAVO: ALVORADA
- EDWARD ELGAR (28 OUT)
CONCERTO PARA VIOLONCELO EM MI MENOR, OP.85
- DMITRI SHOSTAKOVICH (29 E 30 OUT)
CONCERTO Nº 1 PARA VIOLONCELO EM MI BEMOL MAIOR, OP.107
- HEITOR VILLA-LOBOS
CHOROS Nº 6
- MAURICE RAVEL
LA VALSE


Série Coral 31 OUT dom 17h00

CORO DE CÂMARA DA OSESP
NAOMI MUNAKATA regente
OBRAS PARA CORO E HARPA

- BENJAMIN BRITTEN
A CEREMONY OF CAROLS, OP.28
- GUSTAV HOLST
HINOS DO RIG VEDA PARA CORO FEMININO
- JOHANNES BRAHMS
QUATRO CANÇÕES, OP.17
- LEONARD BERNSTEIN
CHICHESTER PSALMS


Cedro 11 NOV qui 21h00
Araucária 12 NOV sex 21h00
Mogno 13 NOV sáb 16h30

CAMERATA FUKUDA
CELSO ANTUNES regente
CORO DE CÂMARA DA OSESP

- DMITRI SHOSTAKOVICH
SINFONIA EM DÓ MENOR, OP.110BIS (VERSÃO DE RUDOLF BARCHAI)
- FELIX MENDELSSOHN-BARTHOLDY
SINFONIA Nº 10 EM SI MENOR
- JOHANN SEBASTIAN BACH
CANTATA Nº 62 - NUN KOMM, DER HEIDEN HEILAND
CANTATA Nº 36 - SCHWINGT FREUDIG EUCH EMPOR


Carnaúba 18 NOV qui 21h00
Paineira 19 NOV sex 21h00
Imbuia 20 NOV sáb 16h30

ORQUESTRA FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS
FABIO MECHETTI regente
ALBAN GERHARDT violoncelo

- HECTOR BERLIOZ
O CORSÁRIO, OP.21: ABERTURA
- SAMUEL BARBER
CONCERTO PARA VIOLONCELO, OP.22
- SERGEI RACHMANINOV
DANÇAS SINFÔNICAS, OP.45


Pau-Brasil 25 NOV qui 21h00
Sapucaia 26 NOV sex 21h00
Jequitibá 27 NOV sáb 16h30

ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL DE SÃO PAULO
CORAL LÍRICO MUNICIPAL
UMA NOITE NA ÓPERA


Jacarandá 02 DEZ qui 21h00
Pequiá 03 DEZ sex 21h00
Ipê 04 DEZ sáb 16h30

CAMERATA ANTIQUA DE CURITIBA
NAOMI MUNAKATA regente
CORO DE CÂMARA DA OSESP

- JOHANN SEBASTIAN BACH
LOBET DEN HERRN ALLE HEIDEN
- M. CAMARGO GUARNIERI
MISSA DILIGITE - AMAI-VOS UNS AOS OUTROS
- GERALD FINZI
IN TERRA PAX
- CAMILLE SAINT-SAËNS
ORATÓRIO DE NATAL


Carnaúba 09 DEZ qui 21h00
Paineira 10 DEZ sex 21h00
Imbuia 11 DEZ sáb 16h30

YAN PASCAL TORTELIER regente
NELSON FREIRE piano

- JOHANNES BRAHMS
CONCERTO Nº 2 PARA PIANO EM SI BEMOL MAIOR, OP.83
- RALPH VAUGHAN WILLIAMS
SINFONIA Nº 4 EM FÁ MENOR


Jacarandá 16 DEZ qui 21h00
Pequiá 17 DEZ sex 21h00
Ipê 18 DEZ sáb 16h30

YAN PASCAL TORTELIER regente

- ANTON BRUCKNER
SINFONIA Nº 9 EM RÉ MENOR, WAB 109 – INACABADA

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