Lauro Machado Coelho e suas biografias
Quando Lauro Machado Coelho interrompeu a coleção História da Ópera , eu fui um dos primeiros a reclamar. O autor dizia que tinha outros projetos, mas não nos revelava quais eram. A grata surpresa foi o lançamento simultâneo de 3 volumes da coleção, Biografia dos Compositores, primeiro Liszt, depois Bruckner e no próximo dia 11, na Saraiva Mega Store Patio Higienópolis será lançado Berlioz. Livros profundos e imparciais que analizam todas as vertentes de cada compositor . Parabenizo a Algol e ao Lauro por tão brilhante trabalho.

Chitãoziho e Xororó na Sala São Paulo

A dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó vai se apresentar na Sala São Paulo no próximo dia 08 . Sob a regência de João Carlos Martins e sua Orquestra Bachiana Filarmônica. Um dos objetivos do evento, o principal é a grana no bolso dos artistas, é mostrar que a música tradicional brasileira tem significado e ligação com a música clássica. Pura bobagem, sertanejo é uma coisa, música clássica é outra.Sinfônias não combinam com modas de viola.
O que me espanta é João Carlos Martins, músico renomado no Brasil e no exterior aceitar fazer parte dessa empreitada. A desculpa esfarrapada é que o maestro quer democratizar a música clássica no Brasil. Maestro esse não é o caminho para a dita "democratização" da música clássica. A música clássica não faz questão de ser democratizada.É na sua essência uma arte para minorias.
A OSESP não programou nenhuma ópera em forma de concerto para o ano de 2010 e agora me colocam cantores sertanejos , já estou sentindo saudades do Neschling.
Il Barbieri Di Seviglia-Rossini
DIAS 25, 27/11, 1º E 3/12 - 20H30
29/11 - 17 H
THEATRO SÃO PEDRO
RODRIGO ESTEVES - FÍGARO
LUCIANA BUENO - ROSINA
FLÁVIO LEITE - ALMAVIVA
DIREÇÃO CÊNICA - WILLIAM PEREIRA
ORQUESTRA JOVEM MUNICIPAL DE GUARULHOS REG. EMILIANO PATARRA
Ópera, I Pagliacci
Na quarta-feira (11/11), às 20h30, as cortinas do Theatro São Pedro abrem-se para a estréia da ópera Pagliacci, a mais famosa do compositor napolitano Ruggiero Leoncavallo escrita em 1892. Com direção da jovem Livia Sabag, a montagem, com duração de 90 minutos, enfatiza a metalinguagem proposta pelo autor. Pagliacci é uma produção do Governo do Estado de S. Paulo, em co-produção com a APAA – Associação Paulista dos Amigos da Arte. A montagem, realizada com piano e um conjunto de câmara orquestral, conta com audiodescrição para portadores de deficiência visual, através de parceria com o Instituto Vivo. Os ingressos custam R$ 20,00 (R$ 10,00 meia entrada).
Essa ópera é um dos mais significativos exemplos do Verismo, corrente estética italiana que busca levar ao palco a realidade do cidadão comum. Baseada em uma trágica experiência vivida pelo compositor em sua infância, Pagliacci conta a história de uma companhia de teatro mambembe que se prepara para uma apresentação numa pequena cidade do interior da Itália. Pagliacci foi a primeira ópera de Leocanvallo. Fez grande sucesso logo após ser encenada pela primeira vez, em maio de 1892 em Milão, e ofuscou todas as composições posteriores do autor.
Livia Sabag, de 29 anos, assume a direção cênica da obra e já dá uma prévia do que está por vir: “O espetáculo explora os limites entre o gênero operístico e o teatral, assim como os limites entre ficção e realidade, seguindo a proposta metalinguística do libreto ”.
O elenco - Veteranos como Martin Mühle e Sebastião Teixeira, e outros jovens em ascensão, como Manuela Freua, Felipe Oliveira e Bruno Facio compõem o elenco. No meio de um elenco tão experiente, cinco crianças com idade de 10 a 12 anos participam do coro.
O clima de novidade marca também a escolha do maestro. Otávio Simões, de 26 anos, realiza seu primeiro trabalho no Theatro São Pedro e assina a direção musical e regência da montagem.
Audiodescrição - Essa é a segunda ópera que oferece o recurso da audiodescrição. A primeira, Cavalleria Rusticana, teve sua temporada em julho deste ano também no Theatro São Pedro e foi um sucesso de público. A acessibilidade se dá graças aos audiodescritores voluntários do Instituto Vivo que narram, nos intervalos, as ações não verbalizadas como a entrada e saída de cena, figurino e os gestos dos solistas.
As pessoas com deficiência visual (que podem estar acompanhadas de cães-guia) entram antes no teatro para ouvir a sinopse, descrição de cenário e figurino. As récitas contam com uma estrutura especial de monitores que vão orientar a plateia sobre seus lugares. O programa é disponibilizado em Braille e o recurso também é utilizado em espetáculos teatrais encenados no Teatro Vivo.
APAA – É uma Organização Social qualificada pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, desde novembro de 2004, para administrar, produzir e promover ações de cunho socioeducativos e culturais. Atualmente a APAA mantém em seu corpo de funcionários 300 profissionais multidisciplinares, preparados para produzir espetáculos, festivais e eventos culturais com foco no cidadão paulista. O Teatro Sergio Cardoso (São Paulo), Theatro São Pedro (São Paulo), Teatro Itália – TD, Teatro de Dança (São Paulo), Teatro Estadual Maestro Francisco Paulo Russo (Araras), Auditório Cláudio Santoro (Campos do Jordão), além da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e a Orquestra Jazz Sinfônica são espaços e organizações gerenciados pela APAA.
Pagliacci de Ruggero Leoncavallo
Realização: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo
Produção: APAA – Associação Paulista dos Amigos da Arte
Concepção e Direção Cênica: Livia Sabag
Direção Musical e Regência: Otávio Simões
Solistas: Martin Mühle (Canio) tenor, Sebastião Teixeira (Tonio) barítono, Manuela Freua (Nedda) soprano, Felipe de Oliveira (Silvio) barítono e Bruno Facio (Peppe) tenor
Local: Theatro São Pedro
Endereço: Rua Barra Funda, 171 - Barra Funda, tel. 3667 0499
Número de Lugares: 636
Apresentações: quarta-feira (11/11) e sexta-feira (13/11) às 20h30 e domingo (15/11) às 17h.
Idade recomendada: 08 anos
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$10,00 (meia)
Assessoria de Imprensa APAA
Luciana Branco – luciana@lucianabranco.com.br
Marina Rossi – marina@lucianabranco.com.br
Tel 11 3881 9903

BIS - BIS 1830/32
Heitor Villa-Lobos
Complete Choros & Bachianas Brasileiras (Integral)
Intérpretes
São Paulo Symphony Orchestra
John Neschling (Choros) & Roberto Minczuk (Bachianas Brasileiras)
Choir of the São Paulo Symphony Orchestra
Soloists including: Fabio Zanon, guitar; Cristina Ortiz, piano; Jean Louis Steuerman, piano; Donna Brown, soprano
Members of the Berlin Philharmonic Wind Quintet with Nigel Shore, cor anglais
Anders Miolin, guitar
Contenido
Heitor Villa-Lobos (1887-1959)
Introduction to the Choros for guitar and orchestra (1929)
Choros No.1 for guitar (1920)
Choros No.2 for flute and clarinet (1924)
Choros No.3, ‘Pica-Pau’ (1925)
Choros No.4 for 3 horns and trombone (1926)
Choros No.5, ‘Alma Brasileira’ for piano (1925)
Choros No.6 for orchestra (1926)
Choros No.7, ‘Settimino’ for winds, violin and cello (1924)
Choros No.8 for large orchestra and 2 pianos (1925)
Choros No.9 for orchestra (1929)
Choros No.10, ‘Rasga o Coração’ for orchestra and mixed choir (1926)
Choros No.11 for piano and orchestra (1928)
Choros No.12 for orchestra (1929); Two Choros (bis) for violin and cello (1928)
Bachianas Brasileiras No.1 for orchestra of violoncelli (1930–38)
Bachianas Brasileiras No.2 for orchestra (1930)
Bachianas Brasileiras No.3 for piano and orchestra (1938)
Bachianas Brasileiras No.4 (Version for piano solo [1930–41] and version for orchestra [1941])
Bachianas Brasileiras No.5 for soprano and orchestra of violoncelli (1938–45)
Bachianas Brasileiras No.6 for flute and bassoon (1938)
Bachianas Brasileiras No.7 for orchestra (1942)
Bachianas Brasileiras No.8 for orchestra (1944)
Bachianas Brasileiras No.9 (1945 – Version for string orchestra and version for choir a cappella)
Quinteto em forma de Choros for flute, oboe, cor anglais, clarinet and bassoon (1928)
7 CD - DDD - 8h 44m 53s
Grand Moscow Classical Ballet no Brasil! - Turnê Nacional 2009

Grand Moscow Classical Ballet
Coreografias inovadoras e performances altamente técnicas, aliadas a produções originais e um elenco de solistas premiados internacionalmente marcam os 43 anos de história do Grand Moscow Classical Ballet.
PROGRAMA – A BELA ADORMECIDA (3 atos: 1º 57 min; 2º e 3º juntos – 1h10m) Duração: 127’
* Ballet em três atos – Coreografia por M. Petipa, N. Kasatkina e V. Vasilyov
* Produção e libreto por N. Kasatkina e V. Vasilyov;
* Baseado nas referências de contos de fada de Ch. Perrault
* Cenários e figurinos por E. Dvorkina
PROGRAMA – DOM QUIXOTE (3 atos: 1º 37min., 2º 40min., 3º 25min.) Duração: 102’
* Balé em três atos, seis cenas com prólogo e epílogo.
* Libreto e produção por N. Kasatkina e V. Vasilyov
* Coreografia de M. Petipa, A. Gorsky, N. Kasatkina, V. Vasilyov.
* Cenários: L. Solodovnikov e E. Dvorkina
Belo Horizonte - 07 DE NOVEMBRO, 21h
Espetáculo: “Dom Quixote”
Belo Horizonte - 08 DE NOVEMBRO, 19h
Espetáculo: “A Bela Adormecida”
INFORMAÇÕES:
Local: Palácio das Artes
Endereço: Avenida Afonso Pena 1.537, Centro
Telefone para informações: (31) 32367400
Brasília - 18 DE NOVEMBRO, 21H
Espetáculo: “Dom Quixote”
INFORMAÇÕES:
Local: Teatro Nacional – Sala Villa Lobos
Endereço: Setor Cultural Norte, via N2
Telefone para informações: (61) 3325-6239
Curitiba - 12 DE NOVEMBRO, 21H
Espetáculo: “A Bela Adormecida”
Curitiba - 13 DE NOVEMBRO, 21H
Espetáculo: “A Bela Adormecida”
INFORMAÇÕES:
Local: Teatro Guaira
Endereço: Rua XV de Novembro, 971
Telefone para informações: (41)3304-7900
Juiz de Fora - 06 DE NOVEMBRO, 21h – Única apresentação!
Espetáculo: “Dom Quixote”
Local: Cine Teatro Central.
Endereço: Calçadão da Rua Halfeld, Centro.
Telefone para informações: (32) 3215-1400
Porto Alegre – 04 DE NOVEMBRO, 21h – Única apresentação!
Espetáculo: “A Bela Adormecida”
Local: Teatro do Sesi.
Endereço: Avenida Assis Brasil, nº 8.787
Telefone para informações: (51) 3347 8787
Rio de Janeiro - 14 DE NOVEMBRO, 21H
Espetáculo: “Dom Quixote”
Rio de Janeiro - 15 DE NOVEMBRO, 18H
Espetáculo: “A Bela Adormecida”
INFORMAÇÕES:
Local: Citibank Hall Rio
Endereço: Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca
Telefone para informações: 0300 789 6846
Salvador - 10 DE NOVEMBRO, 21H
Espetáculo: “Dom Quixote”
Salvador - 11 DE NOVEMBRO, 21H
Espetáculo: “Dom Quixote”
INFORMAÇÕES:
Local: Teatro Castro Alves
Endereço: Praça Dois de Julho,s/n, Campo Grande
Telefone para informações: (71) 3117-4899 / 3264-5955 / 3450-5922
São Paulo - 20 DE NOVEMBRO, 21H
Espetáculo: “Bela Adormecida”
São Paulo - 21 DE NOVEMBRO, 21H
Espetáculo: “A Bela Adormecida”
São Paulo - 22 DE NOVEMBRO, 20H
Espetáculo: “Dom Quixote”
INFORMAÇÕES:
Local: Teatro Abril
Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 – Bela Vista
Telefone para informações: (11) 2144-5444

John Neschling foge das polêmicas
Neschling em primeira pessoa

Em Música Mundana, maestro relembra, sem revelações, seus anos de trabalho à frente da Osesp
João Luiz Sampaio
ESTADO
"Chama-se Música Mundana o livro que o maestro John Neschling, responsável pela reestruturação da Osesp entre 1997 e 2008, lança no início de novembro. Aguardado com expectativa, imaginava-se que o livro abalaria a república musical brasileira. A obra, no entanto, é um conjunto saboroso de histórias da carreira do maestro; surpreende pelo tom comedido com que ele relembra os momentos mais conturbados de sua gestão à frente da orquestra, em especial sua demissão em janeiro; e decepciona pela ausência de referências a outros episódios polêmicos, como o desentendimento com o então maestro assistente Roberto Minczuk ou as suspeitas de fraude no concurso de piano criado pela orquestra. "
Lauro Machado Coelho, o incansável, lança novo livro.

No quadro das comemorações do
Ano da França no Brasil, Heraldo Luís Marins anuncia o lançamento de
SINFONIA FANTÁSTICA: Vida e Obra de Hector Berlioz
o terceiro volume da coleção de biografias de compositores
que Lauro Machado Coelho está escrevendo para a ALGOL Editora,
na quarta-feira, 11 de novembro próximo, a partir das 19 horas,
na Saraiva Megastore do shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo.

Orquestra Jovem do Estado completa 30 anos

Com regência de João Maurício Galindo e solistas convidados, a Orquestra fará concerto comemorativo na Sala São Paulo em 31/10
Tempo de festa na Tom Jobim EMESP e também para a música erudita nacional: a Orquestra Jovem do Estado completa 30 anos de atividades com uma noite muito especial na Sala São Paulo em 31 de outubro, que contará ainda com Adriana Clis e Flavio Varano como solistas convidados.
“Por favor, toquem sem errar nada porque eu não posso passar vergonha”, brinca o maestro João Mauricio Galindo, ele mesmo um antigo bolsista da Orquestra, famosa por sempre primar pela excelência em suas apresentações nestes 30 anos de história desde sua criação, na edição de 1979 do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão.
Para o concerto comemorativo, a “Estadualzinha”, como é carinhosamente chamada, irá executar repertório que contempla um tema brasileiro, Brasiliana, de Camargo Guarnieri, um francês, Scherzo, de Edouard Lalo e outras duas importantes peças com solistas convidados: Kindertotenlieder de Gustav Mahler, que terá participação da mezzo-soprano Adriana Clis e Concerto para piano e orquestra nº 21 de W.A. Mozart, com o pianista Flavio Varani.
Adriana Clis:
Carioca, iniciou seus estudos musicais aos seis anos de idade com a mãe, Marcilda Clis. Teve como professores de canto no Brasil Regina Deboer, Leilah Farah, Eiko senda e Carmo Barbosa e na Itália o maestro Píer Miranda Ferraro. É bacharel em Canto pela Faculdade de Música Carlos Gomes. Realizou cursos nos EUA, Itália e Rússia. Em seu repertório, destacam-se participações especiais como solista no Réquiem e A Flauta Mágica de Mozart, Magnificat e Oratório de Natal de Bach, Romeu e Julieta de Berlioz, Nona Sinfonia e Fantasia Coral de Beethoven, A Valquíria e Crepúsculo dos Deuses de Wagner, Madame Butterfly de Puccin, Anel dos Nibelungos de Wagner, entre outras. Em 2000 realizou uma série de recitais na França com o pianista Gilberto Tinetti.
Entre seus prêmios, destacam-se: “Prêmio Carlos Gomes” em 2002 na categoria revelação e IV Concurso Internacional de canto Bidu Sayão, de 2003.
Flavio Varani:
Concertista brasileiro, radicado nos EUA, apresenta-se em vários países como França, Itália, Japão (onde faz turnês todos os anos), Alemanha, Estados Unidos, Colômbia, Venezuela, Equador e Brasil. Tocou sob a regência de importantes maestros, como: Gunter Herbig, Sir Neville Marriner, Semyon Bychkov, Lucas Foss, Eleazar de Carvalho, Eduardo Rahn, Diogo Pacheco e Georg Schmohe.
Aos 13 anos, foi para Paris estudar com Magda Tagliaferro e, em seu primeiro concerto na França, tocou Villa-Lobos, compositor que é, hoje, uma de suas especialidades. É catedrático na Oakland University e diretor artístico da Academia Internacional de Música de Câmara da Alemanha. Dedica parte de seu tempo para compartilhar experiências com jovens pianistas. Atualmente, suas "master classes" são transmitidas, simultaneamente, via satélite, para duas Universidades nos USA: Oskland University e North Westem University. Tem feito discos para a Orion Master Recordings (USA) e Maison Dante (França).
Seus principais prêmios: Harold Bauer Award - Nova York Chopin International Competition - Mallorca Musician of the Year da Michigan Foundation of the Arts - USA e pela APCA, Associação Paulista de Críticos de Arte - São Paulo.
A Orquestra Jovem do Estado
Criada em 1979 durante o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, a Orquestra Jovem do Estado tem no regente João Maurício Galindo o seu diretor artístico-pedagógico e é formada por 70 músicos bolsistas.
Vem servindo a sucessivas gerações de estudantes de música nestes 30 anos de história, oferecendo uma valiosa experiência para as futuras gerações de instrumentistas de orquestra. Realizou importantes trabalhos, como as primeiras audições brasileiras da ópera Júlio César de Händel, do Stabat Mater de Dvorák e a ópera Albert Herring, de Benjamin Britten. Tem acompanhado solistas como Antonio Del Clarto, Gilberto Tinetti, Claudio Cruz, Céline Imbert, Adélia Issa, Yara Bernette, entre outros.
O grupo também representou o Brasil no 2º Encontro Latino Americano de Orquestras Juvenis, realizado em La Plata, Argentina e se apresenta regularmente no Theatro São Pedro na capital paulista e em cidades do interior do estado.
A Orquestra faz parte da Tom Jobim EMESP, Escola de Música do Estado de São Paulo, um dos principais centros de excelência de formação musical no Estado de São Paulo geridos pela Santa Marcelina Cultura, Organização Social que administra outros importantes programas de formação musical da Secretaria de Estado da Cultura, como o Festival Internacional de Campos do Jordão, o Coral Jovem do Estado, a Banda Sinfônica Jovem do estado e os programas de educação musical com foco na inclusão social do programa Guri Santa Marcelina, que atende atualmente 7000 crianças e adolescentes em 20 polos na periferia de São Paulo.
Dia: 31 de outubro
Horário: 21h00
Local: Sala São Paulo: Praça Júlio Prestes, 16 - Luz
Tel para informações: 11 3223-3966
Lugares 1.484
Ingressos:
R$ 2,00 (inteira)
R$ 1,00 (meia-entrada)
Acesso para deficientes físicos – Ar Condicionado -
Informações para a imprensa:
Cristiane Batista
Conteúdo Comunicação
Imprensa Santa Marcelina Cultura
Tels: 5056 98 26 / 9664 07 54
e-mail: Cristiane.batista@conteudonet.com
Roberta Montanari (roberta.montanari@conteudonet.com)
Tels: 5056-9800/ 9967-3292
Notas Operísticas
Neschling-O Ministério da Cultura tem um projeto para ópera (milagre) , comandado pelo maestro Neschling e orçado em R$ 14 000 000, 00 (Quatorze milhões de reais), você leu certo amigo, é essa bolada toda. Vão montar a ópera O Barbeiro de Sevilha, percorrer 20 cidades, fazer 100 apresentações com elenco e orquestra fixos de Abril a Outubro de 2010.Deve ter muita gente de olho nesse evento.
John Neschling
Minczuk- O maestro Roberto Minczuk não será o diretor artístico do Festival de Inverno de Campos do Jordão em 2010. O cargo está nas mãos da Escola de Música do Estado de São Paulo. Como consolação, Minczuc ficou como artista convidado . A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo foi nomeada residente do evento.Tudo acabou entre amigos.
Fofoca- O tenor Roberto Alagna se separou do soprano Angela Georghiu. As desculpas usadas foram as de sempre. Ele diz que está se sentindo muito bem e em uma nova fase.Torce para ela ter forças para continuar trabalhando. Que conversinha fiada em seu Alagna.
Alagna e Georghiu

No dia 27 de outubro, terça-feira, às 21h, a CESP – Companhia Energética de São Paulo apresenta o recital do Projeto Grandes Vozes 2009 com a soprano brasileira Rosana Lamosa e o barítono argentino Luís Gaeta no Theatro São Pedro, em São Paulo. O pianista é Ricardo Ballestero. O projeto tem o apoio do Governo do Estado de São Paulo, através da Secretaria do Estado da Cultura pelo Programa de Ação Social. Produção da Cia Ópera São Paulo e co-produção da Retrato Brasileiro Interartes. Entrada franca.
O Projeto Grandes Vozes 2009 traz anualmente os mais importantes cantores líricos internacionais, o primeiro da série foi em maio com a grande mezzo-soprano italiana Bruna Baglioni.
Primeira parte
A. Dvorák (1841-1904)
Canção da Lua - da ópera Rusalka
Solista: Rosana Lamosa
W. A. Mozart (1756-1791)
Hai già vinto la causa - da ópera Le nozze di Figaro.
Solista: Luis Gaeta
S. Rachmaninov (1873-1943)
Ne ver mne drug(não creias,meu amigo)
Vessenniye vodi(torrentes primaveris)
Solista: Rosana Lamosa
G. Verdi (1813-1901)
Pari siamo - da ópera Rigoletto
Solista: Luis Gaeta
R. Leoncavallo (1858-1919)
Silvio! A quest"ora... - da ópera I Pagliacci
Solistas: Rosana Lamosa e Luis Gaeta
Segunda parte
R. Leoncavallo
Prologo - da ópera I Pagliacci
Solista: Luis Gaeta
G. Puccini (1858-1924)
Che Il bel sogno di Doretta - da ópera La Rondine
Solista: Rosana Lamosa
J. Offenbach (1819-1880)
Scintille diamant - da ópera Les Contes d"Hoffmann
Solista: Luis Gaeta
G. Donizetti (1797-1848)
Quel guardo Il cavalieri
Buone nuove, Norina... - da ópera Don Pasquale
Solistas: Rosana Lamosa e Luis Gaeta


Ópera e Balé - Uma arte para poucos
A ópera e o balé são expressões artísticas apreciadas por minorias. Desde o nascimento dessas artes até os dias de hoje, uma pacela ínfima da população vai ao teatro e se dispõe a ficar algumas horas vendo uma ópera ou um grande balé. Sempre ouço dizer que essas formas de arte podem ser popularizadas, cair no gosto do povo, da massa e serem comentadas no dia-a-dia. Para os que o dizem, respondo que isso não ocorreu em 400 anos e não vai acontecer.
Hoje temos o computador, o cinema, o DVD, a televisão e inúmeras outras formas de entreterimento. Modernas, ágeis e sempre se reinventando. Estamos na era da velocidade, tudo é muito rápido, dinâmico. As pessoas não conseguem ficar horas em um teatro depois de um dia de trabalho assistindo um Tristan und Isolde de Wagner. A galera quer diversão fácil, mastigada e pronta para o consumo.
Ópera e balé não fazem parte do currículo dos dias de hoje. Quando falo aos amigos que gosto de ópera , eles geralmente lembram o filme "Uma Linda Mulher". Famosa a cena que o bonitão leva a prostituta para assistir La Traviata de Verdi e ela adora. As mulheres se interessam pelo glamour, pelo romantismo e pelo jantar, não pela ópera em si. Em uma récita de estréia, no Teatro Alfa, de uma rara ópera de Carlos Gomes, havia inúmeras senhoras. Todas bem vestidas, pomposas com suas jóias e vestidos de noite. Revistas de fofocas tiravam fotos e o coquetel rolava solto. Homens com traje de gala. Após o primeiro intervalo todas sumiram, simplesmente desapareceram. Foram atrás de badalação e não de ópera. Ficaram aqueles que realmente gostam da grande arte.
Países de "primeiro mundo " têm em sua população uma pequena minoria que gosta de ópera e balé. Essa pode ser maior que os paises "em desenvolvimento" , mas não passa de uma minoria. A verdade é uma só: ópera e balé são artes para minorias, como os fatos de 400 anos de história comprovam. Somos seres estranhos, gostamos da arte que associa canto, música, teatro, literatura, poesia, arquitetura e muitas outras mais. Mas essa arte esta parada no tempo, onde a ação é lenta. O poder de renovar público fica restrito ao ambiente familiar ou à sensibilidade artística que poucas pessoa têm.

Tom Jobim-EMESP recebe o lançamento do software Musibraille
Software capacita professores no ensino de música para deficientes visuais; lançamento em São Paulo será de 21 a 23 de outubro na sede da escola
Músicos com deficiência visual já podem contar com uma nova e eficiente ferramenta de trabalho e aprendizado: o software Musibraille, projeto que será lançado em São Paulo na sede da Tom Jobim EMESP - Escola de Música do Estado de São Paulo de 21 a 23 de outubro, com o objetivo de capacitar professores para o ensino da música aos portadores de deficiência visual. A escola Tom Jobim – EMESP é gerida pela Santa Marcelina Cultura, Organização Social ligada à Secretaria de Estado da Cultura.
Trata-se do primeiro software em língua portuguesa para a transcrição de partituras a utilizar o método Braille, permitindo que o estudante cego faça a transcrição automatizada de textos musicais a partir do papel. O software será distribuído aos professores de música interessados em três dias de capacitação na Tom Jobim - EMESP, totalizando 30 horas de curso. Os participantes receberão, além do software, um livro em tinta, um caderno de exercício em braille para o professor aplicar ao aluno cego ou vice-versa e um certificado de presença.
Para o professor de violão popular da Tom Jobim EMESP Conrado Francisco Paulino, que dá aulas para deficientes visuais intuitivamente, “sem qualquer técnica em Braille, mas com muita disposição”, como diz, a medida trará aos professores uma didática especial que os auxiliará no ensino teórico do trabalho, dando também maior confiança aos alunos.
Além do software, o projeto prevê disseminação deste conhecimento por meio da criação e manutenção de uma biblioteca virtual de músicas em Braille em todo o país. Atualmente a Tom Jobim - EMESP possui seis alunos deficientes visuais que aprendem violão e outras cordas dedilhadas e uma professora que ensina Musicografia em Braille. O lançamento deste novo software é mais uma medida da Tom Jobim - EMESP para o melhor desenvolvimento do ensino, permitindo a inclusão social dos alunos já matriculados e dos futuros.
A Musicografia Braille é uma área do estudo da música que está focada em prover o acesso de deficientes visuais e pessoas de visão reduzida ao material musical escrito em tinta através do sistema de grafia braile. Foi desenvolvida em 1828 pelo francês Louis Braille, que adaptou a técnica para transcrição de textos também desenvolvida para a transcrição musical. Por meio desta técnica um texto musical de qualquer complexidade pode ser transcrito para a forma tátil e facilmente assimilado pelos deficientes visuais.
Toda partitura pode ser escrita com os 63 símbolos Braille, indicando todos os detalhes possíveis em partituras escritas a tinta. Apesar disso, há pouco material e softwares que possibilitem o trabalho nesta área. Muitas vezes este fato é agravado pela falta de experiência dos professores de música para lecionar aos deficientes visuais alegando que é impossível passar o conteúdo das partituras efetivamente.
Isso torna muito difícil a inclusão de músicos deficientes nas escolas e faculdades de música. As partituras em Braille proporcionam sua autonomia e independência e abrem novas possibilidades de trabalho. O uso de software específico pode dar ao músico deficiente a possibilidade de escrever suas próprias composições e ainda imprimi-las em tinta.
· Software Musibraille
Foram necessários 10 anos de pesquisa para o desenvolvimento do software. Segundo Dolores Tomé, coordenadora do projeto Musibraille, existem poucos programas de computador disponíveis no mercado para transcrição musical em Braille e, para o contexto brasileiro, esses programas estão fora da realidade uma vez que, além de caros, são incompletos e não emulam voz em português, impedindo a disseminação da utilização direta ou como ferramenta de ensino qualificado. "Além disso, como os professores de música não têm conhecimento da Musicografia Braille, recusam os estudantes por julgarem impossível o aprendizado da partitura musical com efetividade. projeto Musibraille destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes às dos colegas de visão normal. A técnica de Musicografia Braille é uma das principais ferramentas que permitem essa equivalência”, diz.
http://intervox.nce.ufrj.br/musibraille/
http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1223679-10406,00-COMPUTADOR+AJUDA+CEGOS+A+COMPOR+MUSICA.html
www.emesp.org.br
Lançamento do software Musibraille em São Paulo:
Capacitação gratuita de professores na Tom Jobim - EMESP
De 21 a 23 de outubro de 2009
Tom Jobim EMESP – Largo General Osório, 147 – Luz
Informações: Tel. (55 11) 3585-9888
Horários: das 9h00 às 18h00
Curso de 30 horas com certificado de participação aos professores
Inscrições com Claudia Ramos na secretaria pedagógica da Tom Jobim - EMESP:
Claudia.ramos@emesp.org.br
Ramal 3585 9988 ramal 9912
Informações para a imprensa:
Cristiane Batista
Conteúdo Comunicação
Imprensa Santa Marcelina Cultura
Tels: 5056 98 26 / 9664 07 54
e-mail: Cristiane.batista@conteudonet.com
e Roberta Montanari: 5056-9800/ 9967-3292:
Roberta.montanari@conteudonet.com
Osesp divulga temporada 2010
Osesp divulga temporada 2010
Grandes nomes e novas séries!
OSESP DIVULGA SUA TEMPORADA DE CONCERTOS 2010
COM A PRESENÇA DE GRANDES NOMES E NOVAS SÉRIES.
A participação de artistas brasileiros é uma das maiores dos últimos anos, com 18 atrações, entre solistas, regentes e grupos convidados. Lançamento da temporada prepara público para início do período de renovação e venda de assinaturas para o próximo ano.
A temporada 2010 da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo é, certamente, uma das mais ricas em variedade e amplitude. Respeitando os pilares que transformaram a Osesp em referência de qualidade artística, a programação contará com diversificação de estilos e períodos; um grande número de compositores e convidados brasileiros e uma atenção especial à música contemporânea.
Para o desenvolvimento desta temporada, a direção da Fundação Osesp contou com a importante colaboração de dois respeitados consultores artísticos internacionais - Henry Fogel, reitor da Faculdade de Artes Dramáticas e Musicais da Universidade Roosevelt e ex-presidente da Sinfônica de Chicago e da Liga das Orquestras Americanas e Timothy Walker, diretor executivo e artístico da Filarmônica de Londres. Ao lado do diretor executivo da Fundação Osesp, Marcelo Lopes, e de seu administrador artístico, Ulrich Schneider, fizeram da temporada 2010 motivo de orgulho e entusiasmo para todo o grupo.
A temporada terá início nos dias 4, 5 e 6 de março com uma abertura grandiosa que contará com a presença do Coro da Osesp, do Coral Paulistano, da soprano Susan Bullock e do pianista Lars Vogt. Sob o comando de seu regente principal, Yan Pascal Tortelier, a Osesp executará quatro destacadas obras do repertório clássico: Ruy Blas, Op. 95: Abertura, de Felix Mendelssohn–Bartholdy; Concerto para Piano em lá menor, Op .54, de Robert Schumann; Prélude à l Après-midi d"un Faune, de Claude Debussy e Salmo 47, Op.38, de Florent Schmit.
O tradicional encerramento de temporada acontecerá nos dias 16, 17 e 18 de dezembro e não será menos grandioso. Com a mesma regência de Tortelier, a Osesp apresentará a Sinfonia nº 9 em ré menor, WAB 109 - Inacabada, de Anton Bruckner.
A apresentação da Temporada 2010 marca também o lançamento da campanha de renovação e venda de assinaturas que terá início no dia 27 de outubro e estende-se até o dia 14 de dezembro (veja quadro acima). Mais detalhes no final deste material.
Destaques da programação
Além de um meticuloso trabalho de avaliação e estruturação, a Temporada 2010 da Osesp fará menção especial a algumas importantes datas no cenário clássico. Em 2010, celebra-se o 150º aniversário de nascimento de Gustav Mahler e, em 2011, o 100º de sua morte. Durante as duas temporadas a Osesp realizará o ambicioso projeto de apresentar todas as sinfonias do compositor austríaco, bem como seus principais ciclos de canções.
Para tanto, o palco da Sala São Paulo receberá, neste ano, dois influentes regentes da atualidade, o maestro John Nelson — diretor musical honorário do Ensemble Musicale de Paris — e a maestrina Marin Alsop —diretora artística da Sinfônica de Baltimore. Eles serão os responsáveis pelas performances do ciclo de canções Rückert Lieder e da Sinfonia nº 7, respectivamente.
Além deles, esta primeira parte da série de obras de Mahler contará com a presença de Roberto Minczuk na Sinfonia nº 1, Giancarlo Guerrero e Nathalie Stutzmann na Sinfonia nº 3, Justin Brown e Gabriella Pace na Sinfonia nº 4, Thomas Dausgaard na Sinfonia nº 6 e Petra Lang nas Rückert Lieder.
Também em 2010, comemora-se o bicentenário de nascimento de Robert Schumann, que terá seu concerto para piano como uma das obras de abertura da temporada. Por fim, comemora-se ainda o 200º aniversário do nascimento de Chopin, que será celebrado com seus dois concertos para piano em semanas consecutivas de maio, com duas estrelas em franca ascensão no cenário internacional: o pianista croata Dejan Lazic e a pianista polonesa Ewa Kupiec, que fará, ainda, um recital solo inteiramente dedicado ao compositor polonês.
Outros importantes destaques são as presenças dos regentes Thomas Dausgaard, Kristjan Järvi, Carlos Kalmar, Louis Langrée, Arvo Volmer, os brasileiros Celso Antunes, Isaac Karabtchevsky e Roberto Minczuk e o genial finlandês Hannu Lintu.
Entre os solistas, o suíço Emmanuel Pahud, que volta a tocar com a Osesp depois de sete anos; e o regente e violinista Pinchas Zukerman, um dos mais importantes instrumentistas de todos os tempos, que apresenta-se pela primeira vez na Sala São Paulo e mostrará duas diferentes facetas: como regente em três concertos com Bach, Haydn e Brahms e como violinista num programa da Série de Câmara, com seu grupo, o Zukerman Chamber Players.
Além destes dois consagrados artistas, o público da Osesp poderá conhecer uma das maiores promessas do oboé: vencedor do concorrido ARD International Music Competition de Munique, em 2007, o jovem oboísta Ramón Ortega Quero, de apenas 21 anos, tem sido disputado pelos principais palcos de todo mundo.
Fonte: movimento.com
OSESP TEMPORADA 2010-PRIMEIRO SEMESTRE
TEMPORADA 2010
Jacarandá 04 MAR qui 21h00
Pequiá 05 MAR sex 21h00
Ipê 06 MAR sáb 16h30
YAN PASCAL TORTELIER regente
LARS VOGT piano
SUSAN BULLOCK soprano
CORO DA OSESP
CORAL PAULISTANO
- FELIX MENDELSSOHN-BARTHOLDY
RUY BLAS, OP.95: ABERTURA
- ROBERT SCHUMANN
CONCERTO PARA PIANO EM LÁ MENOR, OP.54
- CLAUDE DEBUSSY
PRÉLUDE À L APRÈS-MIDI D UN FAUNE
- FLORENT SCHMITT
SALMO 47, OP.38
Um Certo Olhar
noite 11 MAR qui 19h00
tarde 13 MAR sáb 14h45
- LUDWIG VAN BEETHOVEN
OCTETO DE SOPROS EM MI BEMOL MAIOR, OP.103
- WOLFGANG A. MOZART
SERENATA Nº 11 EM MI BEMOL MAIOR, KV 375
Cedro 11 MAR qui 21h00
Araucária 12 MAR sex 21h00
Mogno 13 MAR sáb 16h30
YAN PASCAL TORTELIER regente
GUY JOHNSTON violoncelo
- PAUL DUKAS
LA PÉRI: FANFARE
- CLAUDE DEBUSSY
NOTURNOS
- RICHARD STRAUSS
DON QUIXOTE, OP.35
- SALOMÉ, OP.54: DANÇA DOS SETE VÉUS
Carnaúba 18 MAR qui 21h00
Paineira 19 MAR sex 21h00
Imbuia 20 MAR sáb 16h30
JUSTIN BROWN regente
AUGUSTIN HADELICH violino
GABRIELLA PACE soprano
- BENJAMIN BRITTEN
PETER GRIMES: PASSACAGLIA, OP.33B
- SAMUEL BARBER
CONCERTO PARA VIOLINO, OP.14
- GUSTAV MAHLER
SINFONIA Nº 4 EM SOL MAIOR
Pau-Brasil 25 MAR qui 21h00
Sapucaia 26 MAR sex 21h00
Jequitibá 27 MAR sáb 16h30
ALEJANDRO POSADAS regente
ADRIANA CLIS mezzo soprano
HAGAI SHAHAM violino
- MANUEL DE FALLA
EL SOMBRERO DE TRES PICOS
- ERNEST BLOCH
BAAL SHEM
- JENO HUBAY
CENAS DA CSARDA: Nº 4 E 5
- MAURICE RAVEL
BOLERO
Série Coral 28 MAR dom 17h00
CORO DE CÂMARA DA OSESP
NAOMI MUNAKATA regente
PAIXÃO
JOSÉ MAURICIO NUNES GARCIA
FRANCIS POULENC
TOMÁS LUIS DE VICTORIA
ANTONIO LOTTI
WILLIAM BYRD
JOHANN SEBASTIAN BACH
Um Certo Olhar
noite 08 ABR qui 19h00
tarde 10 ABR sáb 14h45
SOFIA GUBAIDULINA
QUASI HOQUETUS
- ANTON ARENSKY
TRIO EM RÉ MENOR
Cedro 08 ABR qui 21h00
Araucária 09 ABR sex 21h00
Mogno 10 ABR sáb 16h30
ISAAC KARABTCHEVSKY regente
JEAN-LOUIS STEUERMAN piano
CORO INFANTIL
CORO DA OSESP
- NIKOLAI RIMSKY-KORSAKOV
ABERTURA GRANDE PÁSCOA RUSSA, OP.36
- SERGEI RACHMANINOV
RAPSÓDIA SOBRE UM TEMA DE PAGANINI, OP.43
- HEITOR VILLA-LOBOS
BACHIANAS BRASILEIRAS Nº4
MANDÚ-ÇARARÁ
QUARTETO OSESP
11 ABR dom 17h00
JEAN-LOUIS STEUERMAN piano
- LUDWIG VAN BEETHOVEN
QUARTETO Nº 13 EM SI BEMOL MAIOR, OP.130
- ERNST VON DOHNÁNYI
QUINTETO COM PIANO EM MI BEMOL MENOR, OP.26
Carnaúba 15 ABR qui 21h00
Paineira 16 ABR sex 21h00
Imbuia 17 ABR sáb 16h30
LOUIS LANGRÉE regente
OLE EDVARD ANTONSEN trompete
- WOLFGANG A. MOZART
LA CLEMENZA DI TITO, KV 621: ABERTURA
- JOHANN NEPOMUK HUMMEL
CONCERTO PARA TROMPETE EM MI MAIOR
- ANDRÉ JOLIVET
CONCERTINO PARA TROMPETE
- PYOTR I. TCHAIKOVSKY
SINFONIA Nº 6 EM SI MENOR, OP.74 – PATÉTICA
Série de Câmara
18 ABR dom 17h00
OLE EDVARD ANTONSEN regente e trompete
- FELIX MENDELSSOHN-BARTHOLDY
HARMONIEMUSIK, OP.24: ABERTURA
- RICHARD STRAUSS
SERENATA EM MI B MAIOR, OP.7
- DMITRI SHOSTAKOVICH
DUAS PEÇAS DE SCARLATTI, OP.17
- HANS GEFORS
SNURRA
- EDVARD GRIEG
MARCHA FÚNEBRE
- HENRI TOMASI
FANFARRAS LITÚRGICAS
Jacarandá 22 ABR qui 21h00
Pequiá 23 ABR sex 21h00
Ipê 24 ABR sáb 16h30
ROBERTO MINCZUK regente
CLÁUDIO CRUZ violino
- LUDWIG VAN BEETHOVEN
ABERTURA ZUR NAMENSFEIER, OP.115
- RONALDO MIRANDA
CONCERTO PARA VIOLINO
- GUSTAV MAHLER
SINFONIA Nº 1 EM RÉ MAIOR – TITÃ
Cedro 29 ABR qui 21h00
Araucária 30 ABR sex 21h00
Mogno 01 MAI sáb 16h30
ALEXANDER VEDERNIKOV regente
CRISTINA ORTIZ piano
- ALEXANDER BORODIN
PRÍNCIPE IGOR: DANÇAS POLOVTSIANAS
- WILHELM STENHAMMAR
CONCERTO Nº 2 PARA PIANO EM RÉ MENOR, OP.23
- PYOTR I. TCHAIKOVSKY
SUITE Nº 3 EM SOL MAIOR, OP.55
Pau-Brasil 06 MAI qui 21h00
Sapucaia 07 MAI sex 21h00
Jequitibá 08 MAI sáb 16h30
HEINZ HOLLIGER regente
ANU KOMSI soprano
LUISA FRANCESCONI mezzo soprano
BRIGITTE BALLEYS contralto
CORO DA OSESP
- HEINZ HOLLIGER
ARDEUR NOIRE (D APRÈS DEBUSSY)
MORGENSTERN-LIEDER
- CLAUDE DEBUSSY
O MARTÍRIO DE SÃO SEBASTIÃO
Jacarandá 13 MAI qui 21h00
Pequiá 14 MAI sex 21h00
Ipê 15 MAI sáb 16h30
JOHN NELSON regente
PETRA LANG mezzo soprano
- GUSTAV MAHLER
RÜCKERT LIEDER
- ROBERT SCHUMANN
MANFRED, OP.115: ABERTURA
SINFONIA Nº 2 EM DÓ MAIOR, OP.61
Série de Câmara
16 MAI dom 17h00
EMMANUELE BALDINI regente e violino
- ANTONIO VIVALDI: CONCERTI A TITOLO
CONCERTO EM DÓ MAIOR, RV 180 - IL PIACERE
CONCERTO EM DÓ MENOR, RV 199 - IL SOSPETTO
CONCERTO EM MI MENOR, RV 277 - IL FAVORITO
CONCERTO EM RÉ MAIOR, RV 208 - GROSSO MOGUL
CONCERTO EM FÁ MAIOR, RV 286 - PER LA SOLENNITÀ DI SAN LORENZO
Recitais 17 MAI seg 21h00
EWA KUPIEC piano
- FRÉDÉRIC CHOPIN
SCHERZO Nº 3 EM DÓ SUSTENIDO MENOR, OP.39
QUATRO MAZURKAS, OP.41
VALSA EM LÁ BEMOL MAIOR, OP.42
TARANTELLA EM LÁ BEMOL MAIOR, OP.43
POLONAISE EM FÁ SUSTENIDO MENOR, OP.44
PRELÚDIO EM DÓ SUSTENIDO MENOR, OP.45
BALADA Nº 3 EM LÁ BEMOL MAIOR, OP.47
DOIS NOTURNOS, OP.48
FANTASIA EM FÁ MENOR, OP.49
Um Certo Olhar
noite 20 MAI qui 19h00
tarde 22 MAI sáb 14h45
- ARNOLD BAX
QUINTETO PARA HARPA E CORDAS
- ANDRÉ CAPLET
CONTE FANTASTIQUE
- DIVERSOS
TRÊS TRANSCRIÇÕES PARA DUAS HARPAS
(SOBRE OBRAS DE RAVEL, DEBUSSY E GRANADOS)
Pau-Brasil 20 MAI qui 21h00
Sapucaia 21 MAI sex 21h00
Jequitibá 22 MAI sáb 16h30
YAN PASCAL TORTELIER regente
EWA KUPIEC piano
- JEAN SIBELIUS
CAVALGADA NOTURNA E NASCER DO SOL, OP.55
- FRÉDÉRIC CHOPIN
CONCERTO Nº 1 PARA PIANO EM MI MENOR, OP.11
- MAURICE RAVEL
PAVANE POUR UNE INFANTE DÉFUNTE
- FLORENT SCHMITT
A TRAGÉDIA DE SALOMÉ, OP.50: SUITE
QUARTETO OSESP
23 MAI dom 17h00
PEDRO GADELHA pianocontrabaixo
- ALBERTO NEPOMUCENO
QUARTETO Nº 3 EM RÉ MENOR - BRASILEIRO
- KAROL SZYMANOWSKI
QUARTETO Nº 1 EM DÓ MAIOR, OP.37
- ANTONÍN DVORÁK
QUINTETO DE CORDAS EM SOL MAIOR, OP.77
Jacarandá 27 MAI qui 21h00
Pequiá 28 MAI sex 21h00
Ipê 29 MAI sáb 16h30
YAN PASCAL TORTELIER regente
DEJAN LAZIC piano
- WITOLD LUTOSLAWSKI
MÚSICA FÚNEBRE
- FRÉDÉRIC CHOPIN
CONCERTO Nº 2 PARA PIANO EM FÁ MENOR, OP.21
- PYOTR I. TCHAIKOVSKY
SINFONIA Nº 1 EM SOL MENOR, OP.13 - SONHOS DE INVERNO
Série Coral 30 MAI dom 17h00
CORO DE CÂMARA DA OSESP
NAOMI MUNAKATA regente
FERNANDO TOMIMURA piano
NOITE
GYÖRGY LIGETI
ORLANDO DI LASSO
RONALDO MIRANDA
JOHANNES BRAHMS
FRANCIS POULENC
FELIX MENDELSSOHN-BARTHOLDY
BENJAMIN BRITTEN
PAUL FETLER
ROBERT SCHUMANN
FRANZ SCHUBERT
SAMUEL BARBER
EDWARD ELGAR
AYLTON ESCOBAR
JOSEPH RHEINBERGER
Cedro 03 JUN qui 21h00
Araucária 04 JUN sex 21h00
Mogno 05 JUN sáb 16h30
KRISTJAN JÄRVI regente
MARTIN GRUBINGER percussão
- EDVARD GRIEG
SUITE LÍRICA, OP.54
- ERKKI-SVEN TÜÜR
SINFONIA Nº 4 - MAGMA (PARA PERCUSSÃO E ORQUESTRA)
- IGOR STRAVINSKY
A SAGRAÇÃO DA PRIMAVERA
Carnaúba 10 JUN qui 21h00
Paineira 11 JUN sex 21h00
Imbuia 12 JUN sáb
JAKUB HRUSA regente
BORIS BROVTSYN violino
- JOSEF SUK
SCHERZO FANTASTIQUE, OP.25
- ANTONÍN DVORÁK
CONCERTO PARA VIOLINO EM LÁ MENOR, OP.53
- BEDRICH SMETANA
MÁ VLAST: EXCERTOS
Pau-Brasil 17 JUN qui 21h00
Sapucaia 18 JUN sex 21h00
Jequitibá 19 JUN sáb
THOMAS DAUSGAARD regente
RICARDO CASTRO piano
- WOLFGANG A. MOZART
CONCERTO Nº 26 PARA PIANO EM RÉ MAIOR - COROAÇÃO
- GUSTAV MAHLER
SINFONIA Nº 6 EM LÁ MENOR – TRÁGICA
Cedro 24 JUN qui 21h00
Araucária 25 JUN sex 21h00
Mogno 26 JUN sáb
CELSO ANTUNES regente
MARIA HAAN soprano
DENISE DE FREITAS mezzo soprano
MIROSLAV DVORSKY tenor
ZDENEK PLECH baixo
CORO DA OSESP
- ANTONÍN DVORÁK
STABAT MATER, OP.58
OSESP TEMPORADA 2010-SEGUNDO SEMESTRE
Jacarandá 01 JUL qui 21h00
Pequiá 02 JUL sex 21h00
CARLOS KALMAR regente
EMMANUEL PAHUD flauta
- HECTOR BERLIOZ
O CARNAVAL ROMANO, OP.9: ABERTURA
- CARL REINECKE
CONCERTO PARA FLAUTA EM RÉ MAIOR, OP.283
- RODOLFO COELHO DE SOUZA
O LIVRO DOS SONS
- ANTONÍN DVORÁK
SINFONIA Nº 7 EM RÉ MENOR, OP.70
Carnaúba 05 AGO qui 21h00
Paineira 06 AGO sex 21h00
Imbuia 07 AGO sáb 16h30
YAN PASCAL TORTELIER regente
MONICA GROOP mezzo soprano
KONSTANTIN WOLFF baixo-barítono
CORO DA OSESP
- FRANZ SCHUBERT
SINFONIA EM SI MENOR, D 759 - INACABADA
- PAUL HINDEMITH
REQUIEM
Recitais 09 AGO seg 21h00
JEAN-EFFLAM BAVOUZET piano
OBRAS DE HAYDN, BEETHOVEN E DEBUSSY
Pau-Brasil 12 AGO qui 21h00
Sapucaia 13 AGO sex 21h00
Jequitibá 14 AGO sáb 16h30
ARVO VOLMER regente
JEAN-EFFLAM BAVOUZET piano
- ARVO PÄRT
CANTUS IN MEMORIAM BENJAMIN BRITTEN
- CLAUDE DEBUSSY
FANTASIA PARA PIANO E ORQUESTRA
- LEOS JANÁCEK
CONCERTINO PARA PIANO
- JEAN SIBELIUS
SINFONIA Nº 7 EM DÓ MAIOR, OP.105
Série de Câmara
15 AGO dom 17h00
ZUKERMAN CHAMBER PLAYERS
PROGRAMA A SER DIVULGADO
Um Certo Olhar
noite 19 AGO qui 19h00
tarde 21 AGO sáb 14h45
- RADAMÉS GNATTALI
SUITE PARA QUINTETO DE SOPROS
- DIVERSOS
SELEÇÃO DE CHOROS
- OSVALDO LACERDA
SUITE PARA CINCO
- LIDUÍNO PITOMBEIRA
SUITE HERMÉTICA
Jacarandá 19 AGO qui 21h00
Pequiá 20 AGO sex 21h00
Ipê 21 AGO sáb 16h30
PINCHAS ZUKERMAN regente e violino
JESSICA LINNEBACH violino
AMANDA FORSYTH violoncelo
- JOHANN SEBASTIAN BACH
CONCERTO PARA DOIS VIOLINOS E CORDAS EM RÉ MENOR, BWV 1043
- MAX BRUCH
CANZONE PARA VIOLONCELO EM SI BEMOL MAIOR, OP.55
ADAGIO SOBRE MELODIAS CELTAS PARA VIOLONCELO, OP.56
- JOSEPH HAYDN
CONCERTO PARA VIOLINO EM DÓ MAIOR
- JOHANNES BRAHMS
VARIAÇÕES SOBRE UM TEMA DE HAYDN, OP.56ª
QUARTETO OSESP
22 AGO dom 17h00
OLGA KOPYLOVA piano
- JOHANNES BRAHMS
QUARTETO Nº 3 EM SI BEMOL MAIOR, OP.67
- SERGEI TANEYEV
QUINTETO COM PIANO EM SOL MENOR, OP.30
Carnaúba 26 AGO qui 21h00
Paineira 27 AGO sex 21h00
Imbuia 28 AGO sáb 16h30
HANNU LINTU regente
SIMON TRPCESKI piano
- CLAUDE DEBUSSY
JEUX
- CAMILLE SAINT-SAËNS
CONCERTO Nº 2 PARA PIANO EM SOL MENOR, OP.22
- JEAN SIBELIUS
LENDAS LEMMINKÄINEN, OP.22
Série Coral 29 AGO dom 17h00
CORO DE CÂMARA DA OSESP
NAOMI MUNAKATA regente
EVERTON GLOEDEN violão
CANÇÕES DE GARCÍA LORCA
EINOJUHANI RAUTAVAARA
MANUEL OLTRA
GISELA HERNÁNDEZ GONZALO
MIGUEL LETELIER
MODESTA BOR
NIBALDO ARANEDA
AYLTON ESCOBAR
MARIO CASTELNUOVO-TEDESCO
Recitais 30 AGO qua 21h00
SIMON TRPCESKI piano
OBRAS DE CHOPIN E RACHMANINOV
Cedro 02 SET qui 21h00
Araucária 03 SET sex 21h00
Mogno 04 SET sáb 16h30
KEES BAKELS regente
RAMÓN ORTEGA QUERO oboé
- ANTONÍN DVORÁK
VARIAÇÕES SINFÔNICAS, OP.78
- RICHARD STRAUSS
CONCERTO PARA OBOÉ EM RÉ MAIOR
- LUDWIG VAN BEETHOVEN
SINFONIA Nº 7 EM LÁ MAIOR, OP.92
Um Certo Olhar
noite 09 SET qui 19h00
tarde 11 SET sáb 14h45
- JOHAN SVENDSEN
OCTETO DE CORDAS EM LÁ MAIOR, OP.3
DUAS CANÇÕES FOLCLÓRICAS SUECAS, OP.27
Pau-Brasil 09 SET qui 21h00
Sapucaia 10 SET sex 21h00
Jequitibá 11 SET sáb 16h30
JAMES GAFFIGAN regente
LEILA JOSEFOWICZ violino
- JEAN-BAPTISTE LULLY
O BURGUÊS FIDALGO: MARCHA PARA A CERIMÔNIA TURCA
- JOHN ADAMS
CONCERTO PARA VIOLINO
- FRANZ SCHUBERT
SINFONIA EM DÓ MAIOR, D 944 - A GRANDE
Cedro 16 SET qui 21h00
Araucária 17 SET sex 21h00
Mogno 18 SET sáb 16h30
MARIN ALSOP regente
- LEONARD BERNSTEIN
OPENING PRAYER
- GUSTAV MAHLER
SINFONIA Nº 7 EM MI MENOR
Recitais 21 SET ter 21h00
PAUL LEWIS piano
- WOLFGANG A. MOZART
ADAGIO EM SI MENOR, KV 540
- ROBERT SCHUMANN
FANTASIA EM DÓ MAIOR, OP.17
- FRANZ LISZT
VALLÉE D OBERMANN
- LUDWIG VAN BEETHOVEN
SONATA Nº 21 EM DÓ MAIOR, OP.53 – WALDSTEIN
Jacarandá 23 SET qui 21h00
Pequiá 24 SET sex 21h00
Ipê 25 SET sáb 16h30
DAVID ATHERTON regente
PAUL LEWIS piano
- JOHANNES BRAHMS
SERENATA Nº 1 EM RÉ MAIOR, OP.11
- WOLFGANG A. MOZART
O EMPRESÁRIO, KV 486: ABERTURA
- LUDWIG VAN BEETHOVEN
CONCERTO Nº 5 PARA PIANO EM MI BEMOL MAIOR, OP.73 – IMPERADOR
Carnaúba 30 SET qui 21h00
Paineira 01 OUT sex 21h00
Imbuia 02 OUT sáb 16h30
MIGUEL HARTH-BEDOYA regente
ALISA WEILERSTEIN violoncelo
MICHAEL WARD-BERGEMAN hiperacordeão
JAMEY HADDAD percussão
BIELLA DA COSTA cantora
CORO DA OSESP
OSVALDO GOLIJOV
LAST ROUND
AZUL - CONCERTO PARA VIOLONCELO E ORQUESTRA
OCEANA
QUARTETO OSESP
03 OUT dom 17h00
- IGOR STRAVINSKY
CONCERTINO PARA QUARTETO DE CORDAS
- CLAUDE DEBUSSY
QUARTETO EM SOL MENOR, OP.10
- LUDWIG VAN BEETHOVEN
QUARTETO Nº 9 EM DÓ MAIOR, OP.59 Nº 3
Um Certo Olhar
noite 07 OUT qui 19h00
tarde 09 OUT sáb 14h45
- JOHANNES BRAHMS
VARIAÇÕES SOBRE UM TEMA DE HAYDN, OP.56B
- DMITRI SHOSTAKOVICH
CONCERTINO, OP.94
- SERGEI RACHMANINOV
FANTASIA (SUITE Nº 1) EM SOL MENOR, OP.5
Pau-Brasil 07 OUT qui 21h00
Sapucaia 08 OUT sex 21h00
Jequitibá 09 OUT sáb 16h30
GIANCARLO GUERRERO regente
NATHALIE STUTZMANN contralto
CORO INFANTIL DA OSESP
CORO DA OSESP
- GUSTAV MAHLER
SINFONIA Nº 3 EM RÉ MENOR
Carnaúba 14 OUT qui 21h00
Paineira 15 OUT sex 21h00
Imbuia 16 OUT sáb 16h30
GIANCARLO GUERRERO regente
- M. CAMARGO GUARNIERI
SUÍTE VILA RICA
- ROBERTO SIERRA
SINFONIA Nº 4
- ALBERTO GINASTERA
PAMPEANA Nº 3, OP.24
- JULIÁN ORBÓN
TRÊS VERSÕES SINFÔNICAS
Série de Câmara
17 OUT dom 17h00
CLÁUDIO CRUZ regente
- EDINO KRIEGER
DIVERTIMENTO PARA ORQUESTRA DE CORDAS
- JOHAN SVENDSEN
ROMANCE, OP.26
- WOLFGANG A. MOZART
SERENATA EM RÉ MAIOR, KV 250 – HAFFNER
Ipê 23 OUT sáb 16h30
YAN PASCAL TORTELIER regente
- MODEST MUSSORGSKY
KHOVANTCHINA: PRELÚDIO
- WITOLD LUTOSLAWSKI
CONCERTO PARA ORQUESTRA
- MAURICE RAVEL
ALBORADA DEL GRACIOSO
RAPSÓDIA ESPANHOLA
- EMMANUEL CHABRIER
ESPANHA - RAPSÓDIA PARA ORQUESTRA
Pau-Brasil 28 OUT qui 21h00
Sapucaia 29 OUT sex 21h00
Jequitibá 30 OUT sáb 16h30
YAN PASCAL TORTELIER regente
ANTONIO MENESES violoncelo
- ANTONIO CARLOS GOMES
LO SCHIAVO: ALVORADA
- EDWARD ELGAR (28 OUT)
CONCERTO PARA VIOLONCELO EM MI MENOR, OP.85
- DMITRI SHOSTAKOVICH (29 E 30 OUT)
CONCERTO Nº 1 PARA VIOLONCELO EM MI BEMOL MAIOR, OP.107
- HEITOR VILLA-LOBOS
CHOROS Nº 6
- MAURICE RAVEL
LA VALSE
Série Coral 31 OUT dom 17h00
CORO DE CÂMARA DA OSESP
NAOMI MUNAKATA regente
OBRAS PARA CORO E HARPA
- BENJAMIN BRITTEN
A CEREMONY OF CAROLS, OP.28
- GUSTAV HOLST
HINOS DO RIG VEDA PARA CORO FEMININO
- JOHANNES BRAHMS
QUATRO CANÇÕES, OP.17
- LEONARD BERNSTEIN
CHICHESTER PSALMS
Cedro 11 NOV qui 21h00
Araucária 12 NOV sex 21h00
Mogno 13 NOV sáb 16h30
CAMERATA FUKUDA
CELSO ANTUNES regente
CORO DE CÂMARA DA OSESP
- DMITRI SHOSTAKOVICH
SINFONIA EM DÓ MENOR, OP.110BIS (VERSÃO DE RUDOLF BARCHAI)
- FELIX MENDELSSOHN-BARTHOLDY
SINFONIA Nº 10 EM SI MENOR
- JOHANN SEBASTIAN BACH
CANTATA Nº 62 - NUN KOMM, DER HEIDEN HEILAND
CANTATA Nº 36 - SCHWINGT FREUDIG EUCH EMPOR
Carnaúba 18 NOV qui 21h00
Paineira 19 NOV sex 21h00
Imbuia 20 NOV sáb 16h30
ORQUESTRA FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS
FABIO MECHETTI regente
ALBAN GERHARDT violoncelo
- HECTOR BERLIOZ
O CORSÁRIO, OP.21: ABERTURA
- SAMUEL BARBER
CONCERTO PARA VIOLONCELO, OP.22
- SERGEI RACHMANINOV
DANÇAS SINFÔNICAS, OP.45
Pau-Brasil 25 NOV qui 21h00
Sapucaia 26 NOV sex 21h00
Jequitibá 27 NOV sáb 16h30
ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL DE SÃO PAULO
CORAL LÍRICO MUNICIPAL
UMA NOITE NA ÓPERA
Jacarandá 02 DEZ qui 21h00
Pequiá 03 DEZ sex 21h00
Ipê 04 DEZ sáb 16h30
CAMERATA ANTIQUA DE CURITIBA
NAOMI MUNAKATA regente
CORO DE CÂMARA DA OSESP
- JOHANN SEBASTIAN BACH
LOBET DEN HERRN ALLE HEIDEN
- M. CAMARGO GUARNIERI
MISSA DILIGITE - AMAI-VOS UNS AOS OUTROS
- GERALD FINZI
IN TERRA PAX
- CAMILLE SAINT-SAËNS
ORATÓRIO DE NATAL
Carnaúba 09 DEZ qui 21h00
Paineira 10 DEZ sex 21h00
Imbuia 11 DEZ sáb 16h30
YAN PASCAL TORTELIER regente
NELSON FREIRE piano
- JOHANNES BRAHMS
CONCERTO Nº 2 PARA PIANO EM SI BEMOL MAIOR, OP.83
- RALPH VAUGHAN WILLIAMS
SINFONIA Nº 4 EM FÁ MENOR
Jacarandá 16 DEZ qui 21h00
Pequiá 17 DEZ sex 21h00
Ipê 18 DEZ sáb 16h30
YAN PASCAL TORTELIER regente
- ANTON BRUCKNER
SINFONIA Nº 9 EM RÉ MENOR, WAB 109 – INACABADA
DVD LANÇAMENTO


Italian Operas: Il Barbiere di Siviglia/La Traviata/Tosca/Andriana Lecouvreur (2009)
Baroque Operas: King Arthur/Serse/Persee (2009)

Jovens do Teatro Bolshoi celebram um ano de vida no Teatro de Dança
Jovens do Teatro Bolshoi celebram um ano de vida no Teatro de Dança
Nos dias 19 e 20 de outubro, o Teatro de Dança (instituição vinculada à Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo, gerenciada pela Associação Paulista de Amigos da Arte - APAA) recebe a primeira turnê paulista da Cia Jovem da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil.
A Cia. Jovem ETBB apresentará o espetáculo In Progress, que traz trechos de grandes balés de repertório, como O Corsário, Don Quixote, La Bayadère e O Quebra Nozes. Também fazem parte da programação coreografias contemporâneas, como E se eu te contasse o meu segredo?, criada por Clébio d Oliviera, e de danças folclóricas, como Gopak.
In Progress foi feito para a Cia. Jovem ETBB comemorar um ano de atividades, completado em março, e que reflete o crescimento técnico e artístico dos 15 bailarinos que a integram.
Durante a turnê a Cia também se apresentará nas cidades de Diadema, São Caetano do Sul e Barueri. Nos dias das apresentações os bailarinos realizarão, ainda, um ensaio geral aberto aos alunos da rede pública de ensino, uma oportunidade para as crianças terem acesso a um evento artístico e de alta qualidade gratuitamente.
A Cia Jovem da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil é composta por bailarinos formados na Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, e as aulas são ministradas pela professora e ensaísta Galina Kozlova, que foi uma das principais solistas do Teatro Bolshoi de Moscou.
19 e 20/10, às 21h, 75 minutos, classificação livre
Ficha técnica
Supervisão Geral: Pavel Kazarian
Direção Executiva: Henrique Beling
Professores Ensaiadores: Galina Kozlova e Amarildo Cassiano
Produção: Alessandra Rocha
Design de Luz e Iluminação: Diego Hernandez
Sonoplastia/Edição de áudio: Eduardo Boechat
Comunicação: Daniele Carvalho
Material Gráfico: Adriana Reis
TD - Teatro de Dança - Secretaria de Estado da Cultura
APAA - Associação Paulista dos Amigos da Arte
Avenida Ipiranga, 344 - Subsolo, Edifício Itália - São Paulo, SP, Brasil - Metrô República - Email: info.teatrodedanca@apaa.org.br Telefone da bilheteria: 2189 2555 /// Informações: 2189 2557 Capacidade: 278 lugares/Ar-condicionado ///Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais /// Ingresso: R$ 14,00 e R$ 7,50 (meia) /// Estacionamento: R$ 15,00 com manobrista /// Bilheteria, abertura: Vendas para o dia do espetáculo - 4ª a domingo, a partir das 14h/// www.teatrodedanca.org.br /// Vendas online www.ingressorapido.com.br
Carmen na Televisão

Teatro Guaira e RTVE Paraná Educativa apresentam a ópera “Carmen” na segunda-feira, dia 12, às 18h00
Dentro da diretriz de estabelecer parcerias com os demais órgãos do Estado, que tem norteado as ações da atual Diretoria do Centro Cultural Teatro Guaíra, será apresentada na próxima segunda-feira (12/10), às 18 horas, a ópera “Carmen”, de Georges Bizet.
O público poderá assistir ao espetáculo sintonizando a TV Paraná Educativa no Canal 9, pelo SKY- canal 115, por antena parabólica no 1320 Vertical e NET, canal 10, além da Internet, acessando http://www.rtve.pr.gov.br/.
A Rádio Educativa AM está no 630 do dial e a Rádio Educativa FM em 97.1.
O evento está sendo possível graças à cooperação estabelecida entre O Teatro Guaíra e a RTVE, através da qual a obra foi gravada em uma das quatro apresentações que foram assistidas por cerca de seis mil pessoas, em agosto.
Agora será possível àqueles que não tiveram oportunidade de assistir às récitas no Guairão ou que desejam rever a obra, apreciar o espetáculo na íntegra.
A ópera “Carmen” é uma produção do Centro Cultural Teatro Guaira e tem como diretor musical o maestro Alessandro Sangiorgi e a direção geral do regisseur Walter Neiva.
LUCIANA BUENO
Com um elenco de cantores donos de belíssimas vozes, a ópera tem nos papéis principais a mezzo-soprano paranaense, Luciana Bueno, e o tenor argentino Marcelo Puente, como Dom José. O personagem Escamillo (o toureiro) é representado por David Marcondes. Os demais solistas são: Cláudia Azevedo (Micaela), Luisa Kurtz (Frasquita), Tati Helene (Mercedes), Sergio Odair dos Santos (Morales), Flavio Leite (El Remendado), Giovanni Tristacci (El Dancaire) e Paulo Barato (Zuniga).
O espetáculo conta com a participação do Coro Infantil Curumim, sob regência de Joyce Todeschini, o coro (adulto) escolhido especialmente para esta obra, regido pelo maestro Sérgio Deslandes. O Guaíra 2 Cia. de Dança interpreta a dança flamenca de forma suave e vibrante, com coreografia da bailarina Inês Drummond, integrante da companhia.
No ato final, durante o desfile dos toureiros, entram em cena cavalos, treinados e cedidos à produção do Teatro Guaíra pelo Regimento Coronel Dulcídio, unidade integrante da Polícia Militar do Paraná.
A beleza do cenário, iluminação e figurinos coube aos funcionários do Teatro que assinam o figurino (Aldice Lopes), e o cenário (Cleverson Cavalheiro), com a participação do cenógrafo Ruy Almeida e o iluminador Waldo de Leon.
O espetáculo para televisão foi dirigido por Elson Faxina e José de Mello.
A produção da ópera teve viabilidade econômica pela Lei Rouanet, com patrocínio da Copel (Companhia de Eletricidade do Paraná).
Notas Operísticas
-A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo convocou 22 regentes para a temporada 2010. O pessoal está atrás de um novo títular e faz testes, espero que acertem na escolha.
-A televisão francesa transmitiu a ópera Mireille de Gounoud. Se algum amigo gravou ou a possuí, me interessa muito conhecer essa ópera francesa.
-Chegam informações que a nova produção de Tosca no Metropolitan Opera House de New York foi vaiada na noite de estréia. O diretor moderninho Bondy não caiu na graça do conservador público nova iorquino.
Olha só que elenco: George Gagnidze, como Scarpia- Marcello Álvarez, como Mario Cavaradossi e Karita Mattila, como Floria Tosca.


-Anna Netrebko está nessa nova gravação de Lucia de Lammermoor de Donizetti. Onde esse soprano vai parar?

Divulgação
Le Domino Noir
Ópera francesa inédita no Brasil faz curta temporada no Theatro São Pedro
Projeto Opera Estúdio da Tom Jobim-EMESP lança novos talentos da cena lírica brasileira
Cerca de 150 jovens talentos levam aos palcos do Theatro São Pedro, de 8 a 11 de outubro, o espetáculo Le Domino Noir, ópera francesa composta por Daniel Auber em 1837. A produção, da Tom Jobim EMESP - Escola de Música do Estado de São Paulo, é resultado de um ano de trabalho no projeto Ópera Estúdio, parte do curso regular da escola, em parceria com os figurinistas selecionados do Curso de Moda da Faculdade Santa Marcelina e dos cenógrafos do curso do Instituto Tomie Ohtake. A coordenação do projeto, que chega à sua quinta edição, é do diretor Mauro Wrona.
O espetáculo, do gênero opéra-comique, conta em três atos a história dos encontros e desencontros da jovem noviça Angéle de Olivarès, sua amiga Brigitte e o jovem Horace de Massarena, em um baile de máscaras no palácio da Rainha da Espanha. Para a realização do espetáculo, os dez solistas selecionados como protagonistas tiveram, além dos ensaios de canto com piano, orquestra e coro, aulas de teatro com Ariel Moshe e expressão corporal específica para cantores líricos com a professora Laura de Souza – uma novidade na montagem.
“Nosso trabalho foi inspirado em projetos de Ópera Estúdio semelhantes aos de Munique, Viena e do Scala de Milão, para dar vazão a novos nomes da cena lírica brasileira. Temos poucas óperas em execução no país, e por outro lado, um grande público interessado, por isso acredito muito na importância deste projeto”, explica Mauro Wrona, diretor do espetáculo. Além dos protagonistas, participam 70 instrumentistas da Orquestra Jovem do Estado, sob a batuta do maestro João Mauricio Galindo, 35 alunos do Coral Jovem do Estado, regidos por Naomi Munakata e Nibaldo Araneda, e mais 20 alunos do Instituto Tomie Ohtake, que desenvolvem a cenografia, além de 20 selecionados para a confecção do figurino do Curso de Moda da Faculdade Santa Marcelina.
A equipe do curso de moda cuidou de todos os detalhes do figurino, desde a elaboração dos croquis e das fichas técnicas de cada personagem, até a confecção de todas as peças. Para o cenário, foram meses de estudo da ópera e reuniões com o diretor Mauro Wrona e com os figurinistas. Inspirados na Espanha de 1830, o resultado do diálogo entre os figurinos de época e a moderna cenografia tem toque contemporâneo.
Dias: 8, 9 e 10 de outubro às 20h30; dia 11 de outubro às 17h30
Local: Theatro São Pedro (Rua Barra Funda, 171 – tel: 3667.0499) - próximo ao Metrô e Pça Marechal Deodoro. O Theatro São Pedro é tombado pelo Patrimônio Histórico – Condephaaat.
Ingressos: R$ 20 inteira e R$ 10 (meia)
Lotação: 636 lugares
Duração da montagem: 140 minutos, com dois intervalos
Acesso para deficientes físicos – Ar Condicionado - O Café São Pedro está aberto em todos os espetáculos.
Informações para a imprensa:
Cristiane Batista
Conteúdo Comunicação
Imprensa Santa Marcelina Cultura
Tels: 5056 98 26 / 9664 07 54
e-mail: Cristiane.batista@conteudonet.com
Roberta Montanari (roberta.montanari@conteudonet.com)
Tels: 5056-9800/ 9967-3292
divulgalção
O Cigano Visionário: Vida e Obra de Franz Liszt
Lauro Machado Coelho
A Algol Editora lança em 14 de Outubro às 19hs na Saraiva Megastore do Shopping Pátio Higienópolis, o livro “O Cigano Visionário -- Vida e Obra de Franz Liszt” do jornalista e crítico musical Lauro Machado Coelho.
Autor de “Anna, a Voz da Rússia”, uma biografia da poetisa russa Anna Akhmátova, publicado anteriormente pela Algol Editora, Lauro Machado Coelho inicia com esta nova obra uma série de biografias de compositores eruditos que, apesar da importância de suas obras, têm sido encarados com certo desdém pela crítica moderna. Estão previstos para comparecer nessa série, Berlioz, Bruckner, Bartók, Mendelsohn e Sibelius.
Durante muito tempo, teve-se de Liszt a imagem pré-fabricada, transmitida mecanicamente de um musicólogo ou historiador para outro, de que ele não tinha passado de um pianista que também compunha. Mas Lauro mostra que esse estado de coisas deve pertencer ao passado. Franz Liszt é o homem de gênio que praticou os mais diversos gêneros musicais, sempre de uma maneira muito livre, sempre repensando as estruturas tradicionais com a mais desenvolta criatividade. O catálogo de suas composições eleva-se a 768 ítens.
É o homem, cujo gênio não excluía um quase vulgar exibicionismo; que misturava sensualidade e misticismo; que era de uma generosidade assombrosa, mas podia ser, ao mesmo tempo, vaidoso, arrogante e caprichoso. Mas que, sobretudo, era de uma incansável dedicação à tarefa, por vezes árdua, de impor ao gosto do público o talento de seus contemporâneos: Chopin, Berlioz, Schumann e, principalmente, Richard Wagner.
Era profundamente religioso, mas a sua visão da missão da Igreja aproxima-se muito do catolicismo progressista de hoje em dia. Numa época em que o anti-semitismo era muito comum em toda a Europa – e estava, inclusive, fortemente arraigado em pessoas que lhe eram muito próximas – não há, em seus escritos ou em sua vida, nenhum indício de que tivesse qualquer tipo de discriminação de raça, crença ou maneira de pensar.
Quando Liszt morreu, em 1886, era o último sobrevivente de uma grande geração romântica formada por Berlioz, Chopin, Schumann, Mendelssohn, Wagner..
O Cigano Visionário: Vida e Obra de Franz Liszt
Lauro Machado Coelho
Lançamento: Saraiva Megastore Shopping Pátio Higienópolis
14/10/2009 - 19hs
Outras informações através do e-mail: ari@algol.com.br
Ficha técnica
O Cigano Visionário: Vida e Obra de Franz Liszt
Lauro Machado Coelho
São Paulo, Algol editora, 2009
ISBN 978-85-60187-19-5
Formato: 15 x 23 cm – Brochura – 512 páginas
Bibliografia
Índice onomástico
Capa com gravura original de Klara Kaiser Mori
Algol Editora Ltda
Av. Angélica, 2100 conj 121
01228-200 – São Paulo – SP
Fone: (11) 3151.2000
Email: info@algol.com.br www.algol.com.br
Anna Netrebko + Rolando Villazón-La Bohème
O famoso soprano Anna Netrebko e o tenor da moda Rolando Villazón estão nesse filme de Robert Dornhelm. Lançamento previsto para 15 de Dezembro.
Netrebko está se transformando em um soprano comercial ,está se expondo demais e começando a cantar de menos. Ópera em formato de filme é uma chatice. Tenho uma dezena de títulos nesse formato e não os aprecio. Mas ultimamente, na carreira dessa cantora , as vendagens interessam mais que a ópera.
Mais uma versão da fabulosa música de Offenbach, adoro essa ópera, tenho todas as versões dísponíveis no mercado e algumas não comerciais. Lançamento previsto para 27 de Outubro.
Versão do Royal Opera House, Covent Garden de Londres.
Cavalleria Rusticana, equívocos na divulgação
A divulgação da ópera Cavalleria Rusticana mostrada abaixo, a ser apresentada na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, no próximo dia 24 mostra alguns equívocos. Primeiro, a ópera não é repleta de amores ilícitos e traições, temos no máximo um, o amor de Lola por Turiddu.Vinganças e crimes de honra também só exite um nesse libreto, o de Alfio por Turiddu.
" Cavalleria Rusticana é uma ópera que requer orquestra, coro grande e cinco cantores principais" , frase óbvia essa, toda ópera requer uma orquestra. Cavalleria Rusticana não é ópera que exige grandes massas corais. Um coro pequeno e bem ensaiado consegue dar conta do recado. A ópera tem 5 solistas , mas dois deles são cantores principais e protagonistas. O tenor que canta Turiddu e o soprano que canta Santuzza são os principais, tem o maior destaque , grandes árias e duetos.
A divulgação coloca no mesmo patamar cantores de diferentes níveis e em várias etapas da carreira.Alguns iniciam uma carreira e outros estão no auge .Leila Guimarães é solista internacional, alías , a mais internacional das cantoras brasileiras. Protagonsita de inúmeros personagens da ópera , atuou nos grandes teatros líricos do mundo. Currículo invejável para uma cantora que se apresenta como brasileira. Leila está no auge vocal. Já a vi algumas vezes e só tenho boas recordações de sua voz e atuação. Que cantora nacional fez uma La Bohème ao lado do tenor Luciano Pavarotti?
Juremir Vieira é cantor internacional, reside em Viena, canta como protagonista e já atuou em diversos teatros da Europa.Tenho uma bela Madama Butterfly com ele gravada no Teatro Municipal de São Paulo. Adriana Clis é uma promessa, fará um papel pequeno .Sebastião Teixeira é excelente barítono, cantou durante anos no coro do Teatro Municipal de São Paulo. Interpretou diversos personagens relevantes da ópera , mas quase todos em solo nacional. Oxana Kornievskaya "mezzo-soprano russa, de carrera internacional e, pela primeira vez cantando no Brasil". Eu nunca ouvi falar desse famoso mezzo-soprano, olha que eu conheço muitos cantores.
Ao se escrever uma divulgação, deve-se ter um mínimo conhecimento da ópera em questão, dos solistas e dos protagonistas. Não se pode nivelar todos os cantores em um mesmo patamar. Existem cantores de fama internacional , outros de fama nacional , alguns em início de carreira e outros desconhecidos. A divulgação mostra uma visão distorcida da presente ópera .Convida o público a assistí-la ao afirmar que a obra é curta, com uma hora de duração. Como se ópera longa fosse chata.

Cavalleria Rusticana, um dos grandes sucessos na história da ópera, com Orquestra e Coro do Theatro Municipal na Sala Cecília Meireles.
A Orquestra Sinfônica e o Coro do Theatro Municipal, apresentarão no dia 24 de setembro, às 20 horas, na Sala Cecília Meireles, uma das mais populares tragédias da Ópera italiana, Cavalleria Rusticana. Estreada em 1890, em Roma, seu sucesso foi tão grande que, em apenas dois anos, arrebatou plateias em 290 teatros ao redor do mundo, um recorde na história da ópera.
A obra é curta, com uma hora de duração, e sua significação está no fato de apresentar gente comum em situações verdadeiras, contando uma história realista e humana, repleta de amores ilícitos, traições, vinganças e crimes de honra.
Cavalleria Rusticana é uma ópera que requer orquestra, coro grande e cinco cantores principais. Para isso, foram chamados alguns dos melhores cantores de ópera do Brasil: o soprano Leila Guimarães (Santuzza), de ampla carreira não só no Municipal, mas em todo o Brasil e na Europa; a jovem mezzo-soprano Adriana Clis (Lola), que sempre se destaca na ópera ou em concertos; o brilhante barítono Sebastião Teixeira (Alfio), a quem o público carioca aplaudiu em papéis da importância de “Rigoletto”, “Um Ballo in Maschera” e na estreia da ópera “O Cientista”; a mezzo-soprano russa, de carreira internacional e, pela primeira vez, cantando ópera no Brasil, Oxana Kornievskaya (Mamma Lucia), e, depois de longa ausência no Rio, o tenor Juremir Vieira (Turiddu), de extensa carreira européia, especialmente na Suíça, mas também na Itália, Alemanha, Áustria e Rumania
Todos estes artistas estarão sob a batuta do maestro Sílvio Viegas, Adjunto da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, que vem, nestes dois últimos anos, fazendo profícuo trabalho junto à OSTM. Ele fala sobre “Cavalleria Rusticana”:
“Trata-se de uma história de amor e traição, mesclando religiosidade e vingança, sangue e lágrimas, conduzida por uma música de forte dramaticidade e profundo lirismo, que emociona a todos. Esta é a segunda ópera que, em 2009, o Theatro Municipal, mesmo de portas fechadas, leva ao público carioca (a primeira foi O Barbeiro de Sevilha, em maio, no Teatro João Caetano), mantendo, desta forma, sua tradição e reputação como principal casa de ópera do Brasil.”
A obra
Compositor Pietro Mascagni
Libretista Giovanni Targioni
Ano de estreia: 1890
Local de estreia: Teatro Costanzi, Roma
Cavalleria rusticana é uma ópera em um único ato estreada aos 17 de maio de 1890 no Teatro Costanzi, em Roma. É dividida em duas partes, separadas por um intermezzo, mas se apresentam em cena contínua.
Os intérpretes
Leila Guimarães
Formada em canto pela Academy of Vocal Arts of Philadelphia, nos Estados Unidos, Leila Guimarães é uma das pouquíssimas cantoras líricas brasileiras que desenvolveu bela carreira fora do Brasil.
Estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 1978, em Otello, de Verdi e, em 1979, era já vista no Theatro Municipal de São Paulo, em Lo schiavo, de Carlos Gomes. Nesse mesmo ano, fez sua estréia internacional cantando a mesma ópera em Montevidéu, no Uruguai. O sucesso de suas seguidas apresentações em todo o Brasil levou-a aos Estados Unidos, para participar do Primeiro Concurso Internacional Luciano Pavarotti, que venceu entre mais de 500 candidatos de todo o mundo.
Cantou La Boheme, ópera de Pucinni, com o grande tenor, na Filadélfia, em 1982, e sua atuação foi decisiva para o EMMY recebido por essa produção. Leila é a única cantora brasileira a ter recebido um EMMY, o Oscar da TV americana. Apresentou-se em Washington, Miami, Atlantic City, nos EUA, onde permaneceu até 1985. Veio ao Brasil seguidas vezes durante sua estada nos EUA, tendo atuado no Rio e em São Paulo. Em 1986, foi escolhida pelo Theatro Municipal do Rio e pelo Palácio das Artes de Belo Horizonte para as homenagens a Carlos Gomes, tendo cantado Il Guarany e Lo schiavo nesses teatros com espetacular sucesso.
Em 1988, fixou residência em Milão e se fez notar na Itália tanto por seu canto e arte como por sua impressionante presença cênica: tem 1,79m e belíssima aparência, o que, em 1990, levou o diretor de cena Mauro Bolognini, que trabalhava com ela em Norma, do Teatro Massimo de Catania, a defini-la como a mais bela Norma do mundo. Em 1989, atuou na produção de Tosca para a Opera de Roma.
A partir de 1992, apresentou-se sempre em papéis principais em todo o mundo. Seu Lohengrin em mais de 20 cidades na França resultou em um CD, tendo se tornado a única cantora brasileira a ter gravado uma ópera integral de Wagner. De 1992 a 1997, cantou na França, na Alemanha, na Espanha, em Portugal, na Itália e no Canadá. Sua Turandot, em Montreal, no Estádio Olímpico para mais de 40 mil pessoas foi um extraordinário sucesso. Leila se fez notar pela crítica e pelos teatros internacionais também pela extrema dificuldade de seu repertório, dificilmente enfrentado por outra cantora lírica de todo o mundo.
Em 1997, partiu para longo período na Alemanha, onde cantou Nabucco para os públicos de mais de 25 cidades alemãs. No ano seguinte, protagonizou a versão de Turandot, de Zhang Yemou, no Teatro Regio di Torino. Mas ela não se dedicou só a apresentações como protagonista de óperas. Em 1997, realizou na Itália vários concertos e recitais, principalmente em Milão, e se destacou como brilhante divulgadora da música brasileira na Europa, tendo sido a primeira a apresentar em recitais, em várias cidades da Itália, obras de Valdemar Henrique, Francisco Mignone, Carlos Gomes e Villa-Lobos.
Sua gravação das Bachianas nº5, de Villa-Lobos, com a Orquestra Sinfônica Brasileira se destacou como recorde de vendas em todo o mundo e sua versão da mesma obra com piano tem merecido os maiores elogios já destinados a uma cantora brasileira no mercado fonográfico internacional. Em 2002, apresentou na Bélgica, obras de Carlos Gomes e de Villa-Lobos. Em 2004, atuou no Teatro Amazonas como Aída de Verdi; no Palácio das Artes fez Turandot, de Puccini; no Theatro Municipal de São Paulo, fez Lohengrin, de Wagner. Dona de enorme repertório operístico, Leila é considerada a grande voz de soprano brasileira da atualidade. “Villa-Lobos - Melodias Populares” foi o primeiro CD solo da soprano.
Adriana Clis
Natural do Rio de Janeiro, já aos 10 anos, Adriana Clis participava como solista da ópera Artemis, de Nepomuceno, apresentada, sob a regência do maestro Isaac Karabtchevsky. Mudando-se para São Paulo, começou seus estudos de canto com a professora Regina de Boer, até que passou a estudar com o professor Carmo Barbosa, em 1994, ano em que integrou o Coral Sinfônico do Estado de São Paulo.
Em 1996, ganhou o primeiro lugar no 1º Concurso de Canto de Araçatuba e, em 1997, a convite do maestro Samuel Kerr, participou do Coral Paulistano do Theatro Municipal de São Paulo.
Em julho de 1998, participou de curso no Conservatório Tchaikovsky, em Moscou, com a professora Klara Kadinskaia, preparadora vocal de ópera do Teatro Bolshoy. Em novembro do mesmo ano, ganhou o primeiro lugar no 2º Concurso Internacional Honorina Barra, em Curitiba, e, em outubro de 1999, recebeu o primeiro lugar no 2º Concurso Nacional de Música de Câmara Henrique Nirenberg, na cidade do Rio de Janeiro.
No ano 2000, recebeu bolsa de estudos da Fundação Vitae para curso de aperfeiçoamento vocal em Milão, na Itália, com o maestro Pier Miranda Ferraro, da Academia Lírica Italiana. Em dezembro do mesmo ano, participou de turnê pela França, onde fez recitais nas cidades de Bellegarde, Sévres e Paris. Em 2001, retornou a Paris, onde fez recital na Embaixada Brasileira, obtendo grande sucesso.
Desde 2002, participa das montagens do Festival Amazonas de Ópera, sob a batuta dos maestros Luiz Fernando Malheiro e Marcelo de Jesus.
Como solista participou das obras: Missa da Coroação e Requiem de Mozart; Ständchen de Schubert; Magnificat e Oratório de Natal de Bach; Requiem de Hidas; Requiem de Verdi; Nona Sinfonia e Fantasia Coral de Beethoven; Romeu e Julieta de Berlioz; Phaedra e Cantata Academica de Britten; Il Tramonto de Respighi; Óperas Zanetto e Cavalleria Rusticana de Mascagni; Ópera The Fairy Queen de Purcell; Ópera A flauta Mágica de Mozart; Ópera La Sonnanbula de Bellini; Óperas A Valquíria e Crepúsculo dos Deuses de Wagner; Ópera Madame Butterfly de Puccini; Ópera La Cenerentola de Rossini; Ópera Salvator Rosa de Carlos Gomes; Ópera O Anjo Negro de G. Ripper, entre outras.
Como recitalista, vem se apresentando ao lado do pianista Gilberto Tinetti e do violoncelista Watson Clis nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Florianópolis, Rio de Janeiro, São Paulo, Vitória e na Faculdade de Música Carlos Gomes (SP), onde concluiu o Curso de Bacharelado em Canto.
Participou de Vesperais Líricas, tendo atuado em Lucrezia Borgia, de Donizetti; Suor Angelica, de Puccini; Árias e Duetos e A Dama Branca, de Boieldieu.
Atualmente estuda canto com as Professoras Leilah Farah e Eiko Senda, através de Bolsa de estudos da Fundação Vitae.
Venceu o Concurso Jovens Solistas “Eleazar de Carvalho” de 2002 e mais recentemente o IV Concurso Internacional de Canto “Bidu Sayão” (2003). Recebeu o Prêmio Carlos Gomes de 2002, na categoria “revelação”.
Sebastião Teixeira
Sebastião Teixeira foi duas vezes premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) na categoria de melhor cantor erudito. O barítono teve seu primeiro contato com a música através de seu pai, mestre de bandas no Interior de Minas.
Iniciou seus estudos de canto lírico em Belo Horizonte: com Marcos Thadeu, e Geraldo Chagas e em São Paulo: com Carmo Barbosa, Helly-Anne Caram, Luiz Tenaglia e Isabel Maresca e atualmente faz aprimoramento técnico vocal com a professora Isabel Maresca.
Já interpretou os papéis principais para barítono nas óperas Il Barbiere di Siviglia, La Boheme, Carmen, La Forza del Destino, Tiradentes, Don Pasquale, Madama Butterfly, Cavalleria Rusticana, I Pagliacci, Il Cappello di Paglia di Firenze, Pedro Malazarte, Dido and Eneas, Pelleas et Mélisande, Candide, Les Pêcheurs de Perles, L"Italiana in Algeri, Il Trovatore e Jenufa.
E os oratórios Réquiem de Fauré, Cantata Profana e Carmina Burana. Grande intérprete de Carlos Gomes, cantou o oratório Colombo de Carlos Gomes, gravado pela TV Cultura de São Paulo e Tiradentes, de Manoel Macedo em forma de concerto em Belo Horizonte. Interpretou essa mesma obra em 2004, com sucesso de público e crítica, no Theatro Municipal de São Paulo, sob regência de Roberto Duarte.
Em 1996, participou das principais homenagens ao compositor Carlos Gomes, cantando Colombo, Fosca e Maria Tudor, em concertos no Memorial da América Latina, Teatro Municipal de Santo André assim como no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Sebastião Teixeira cantou ao lado de artistas como Elena Obraztsova, Leona Mitchell, Lando Bartolini e Arthur Thompson entre outros.
Faz parte do elenco de solistas da Sociedade Brasileira de Ópera, e entre os maestros que o regeram destacam-se Eugene Kohn, Isaac Karabtchevsky, Jamil Maluf, John Neschling, Mário Valério Zaccaro, Roberto Tibiriçá, Roberto Minczuk, Túlio Collaccioppo, Naomi Munakata, Ira Levin, Osvaldo Colarusso, Luiz Fernando Malheiro, Lutero Rodrigues, Aylton Escobar, Flávio Florence, Alessandro Sangiorgi, Lionel Friend, Emílio de César, Sérgio Magnani, Afrânio Lacerda, Fábio de Oliveira, Matheus Araújo, Paulo Buchala e Roberto Farias.
Este ano, entre outros trabalhos, interpretou Zurga da ópera Os Pescadores de Pérolas nos teatros municipais de São Paulo e Rio de Janeiro, Carmina Burana na abertura da Temporada 2005 da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, e está no elenco de Salvator Rosa de Carlos Gomes.
Juremir Vieira
Nasceu em Porto Alegre e fez seus estudos com Lory Keller, na Escola de Musica da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre(OSPA), até 1993.
Sua estréia em São Paulo foi em 1994 no papel de Pinkerton em Madama Butterfly, com John Neschling. Já foi protagonista em diversas produções de ópera e concertos em muitas capitais brasileiras.
Em 1992, foi vencedor do 1° Concurso Carlos Gomes, no Rio de Janeiro. Em 1995, venceu o Pavarotti International Voice Competition, prêmio que o ajudou a começar sua carreira internacional.
Desde 1996, está radicado na Suíça, no teatro de Sankt Gallen, onde já cantou papéis importantes em óperas como Rigoletto, Traviata, Attila, Don Carlo, Simon Boccanegra, Nabucco, Carmen, Faust, Madama Butterfly, Boheme, Pais dos Sorrisos, Werther e Fledermaus.
Já cantou em vários teatros na Holanda, França, Itália, Áustria, Alemanha, Romênia, Irlanda e Iugoslávia. Em 2001, estreou Luisa Miller em Como, Itália, e Rigoletto, em Palermo. Em 2002, estreará Rosenkavalier e Contos de Hoffman, na Suíça, Rigoletto em Freiburg, Alemanha e Gioconda, em julho, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, ao lado da soprano brasileira Eliane Coelho.
Onde, quando e quanto
Sala Cecília Meireles
Largo da Lapa, 47
Fone: 21 2332 9176
Apresentação dia 24.09 às 20 h.
Ingresso: R$ 20,00
Desconto de 20% para assinantes de O Globo
Classificação Etária: Livre
DIVULGAÇÃO: NATHALIE STUTZMANN

A contralto parisiense Nathalie Stutzmann responde por um dos mais extraordinários talentos vocais e musicais de sua geração.
Capaz de aliar rara versatilidade à técnica privilegiada, essa excepcional intérprete apresenta-se com igual virtuosismo como recitalista, solista de concerto e cantora de ópera.
Dona de amplo repertório, que contempla as obras mais importantes do barroco, do romantismo e da música contemporânea, Stutzmann é presença de destaque no cenário erudito mundial, do Carnegie Hall de Nova Iorque ao Scala de Milão.
Idêntica tem sido sua consagração no mundo do disco, que já a agraciou com o Diapason D"Or e o Grammy, dentre outros prêmios. Seus recitais ao lado da pianista sueca Inger Södergren tiveram início em 1994, e têm sido alvo de rasgados e merecidos elogios desde então.
Sala São Paulo - SP
SÉRIE BRANCA - dia 21.09 às 21h.
Schubert
Die schöne Müllerin
SÉRIE AZUL - dia 22.09 às 21h.
Schubert
Drei Klavierstücke
Schwanengesang
Teatro João Caetano - RJ
No progrma, obras de Schubert
Ingrssos
Sala São Paulo
De R$ 60,00 a R$ 130,00
Estudantes até 30 anos, pagam R$ 10,00 meia hora antes do espetáculo, na bilheteria.
Teatro João Caetano
R$ 200,00 e R$ 120,00
fonte: movimento.com
DIVULGAÇÃO:CAMARGO GUARNIERI

Dia 27 de setembro, domingo, às 15h, será a estreia do documentário Notas Soltas Sobre Um Homem Só de Carlos de Moura Ribeiro Mendes sobre Camargo Guarnieri no Cine Odeon, dentro da programação do Festival do Rio 2009.
O documentário é uma ampliação do projeto Camargo Guarnieri - 3 concertos para violino e a Missão, patrocinado pela Petrobras, e nele encontramos preciosas entrevistas de Guarnieri - do acervo da família – as quais apenas recentemente tornaram-se disponíveis. Notas Soltas Sobre Um Homem Só não terá exibição comercial posteriormente. “A exibiçao no festival do Rio é uma rara oportunidade para se conhecer mais sobre este talentosíssimo criador”, comenta o diretor, que também assina a edição. A produtora é a Berço Esplêndido Produções Cinematográficas.
Sinopse
Notas Soltas Sobre Um Homem Só fala da obra, do método de criação e do homem que foi Camargo Guarnieri, a partir de entrevistas com alguns dos compositores mais expressivos da atualidade, de depoimentos históricos do próprio Guarnieri (acervo da família), de verdadeiras aulas ao piano sobre as principais características de sua criação, da execução integral do concerto nº 1 para violino e orquestra (o qual não era tocado há 60 anos), e de uma conversa franca, sensível e didática entre o regente Lutero Rodrigues e o violinista Luiz Filipe sobre sua música.
A execução integral do Concerto nº 1 para Violino e Orquestra foi gravada ao vivo no Theatro Municipal de São Paulo, em agosto de 2008, sob a licença da Associação dos Músicos da Orquestra Sinfônica Municipal do Theatro Municipal de São Paulo (G-10), com a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, regência de Lutero Rodrigues e, como solista, o violinista Luiz Filipe, que tocou em um violino Lorenzo Storioni de 1774 pertencente ao Governo Alemão e oferecido pela Deutsche Stiftung Musikleben de Hamburgo.
O projeto Camargo Guarnieri 3 concertos para violino e a Missão, que originou o documentário Notas Soltas Sobre Um Homem Só, destaca a importância do compositor Camargo Guarnieri (1907-1993) para a música clássica brasileira e retrata seu envolvimento com as propostas do Departamento de Cultura, criado por Mário de Andrade. Contemplado pelo Programa Cultural Petrobras 2007 - Memória das Artes, o projeto mostra a atuação do músico na Discoteca Pública Municipal, hoje Discoteca Oneyda Alvarenga do Centro Cultural São Paulo, e no Coral Paulistano do Theatro Municipal de São Paulo.
Para este projeto, foi produzida uma caixa com um DVD, um CD-ROM e um encarte gráfico. O DVD traz a gravação de Três concertos para violino e orquestra e um documentário sobre a vida do músico. O CD-Rom contém arquivos sonoros do Acervo Histórico da Discoteca Pública Municipal, documentos digitalizados da Missão de Pesquisas Folclóricas, todas as partituras editadas dos concertos gravados, pesquisas, além de depoimento em áudio do próprio compositor.
Apesar de ser um dos compositores brasileiros de música erudita mais tocados, apenas cerca de 120 dentre os mais de 700 títulos de Guarnieri foram impressos. O Centro Cultural São Paulo promoveu a edição das partituras dos três concertos para violino de Guarnieri e também produziu o primeiro registro audiovisual desses concertos com a Orquestra Sinfônica Municipal, sob a regência do maestro Lutero Rodrigues, tendo como solista o violinista Luiz Filipe. Além dos três concertos para violino, Guarnieri compôs 7 sonatas para violino e piano. O acervo do compositor está catalogado no IEB - USP - Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo. Esse projeto está disponível no site CCSP – Camargo Guarnieri: http://www.centrocultural.sp.gov.br/cg/home.html
Notas sobre os concertos de Guarnieri por Flávio Silva: “Camargo Guarnieri compôs três obras para violino e orquestra: o concerto de 1940, o choro de 1951 e outro concerto, em 1953. Lutero Rodrigues observou que o choro foi composto "imediatamente após a Carta Aberta ( 1950), no momento mais combativo da vida do compositor em prol do nacionalismo musical". Em programas de concerto, o compositor declara que "preferiu choro [em vez de concerto] porque a mensagem, ou melhor, a linguagem musical é nacional, própria do autor e com raízes na terra".
Uma interpretação literal dessa citação poderia levar à conclusão de que o concerto seguinte, e o anterior, não teriam essas características, mas Lutero Rodrigues assinala que essa mudança de designação não corresponde a nenhuma alteração de linguagem musical, e conclui: "Como não há diferença formal significativa entre choro e concerto, pode-se afirmar que a escolha deste ou daquele termo foi ditada mais por critérios pessoais do que estéticos".
A "Carta aberta aos músicos do Brasil" criou uma forte discussão no Brasil sobre estética musical. Escrita em 07/11/1950 por Camargo Guarnieri e divulgada inicialmente por folhetos, a carta foi também publicada em jornais, entre os quais o Estado de São Paulo, quando passou a ter respostas por parte do compositor H. J. Koellreutter convidando Guarnieri para um debate público no MASP, que não chegou a acontecer.
A grosso modo pode-se dizer que houve uma divisão entre a corrente da música nacionalista e a corrente da música de vanguarda que incluía, entre outras, a técnica dodecafonista. Hoje, este assunto faz parte da história da música brasileira, tendo sido muito debatido e esporadicamente retorna como tema de debates e conferências. O leitor poderá se aprofundar neste assunto consultando a bibliografia referente, com destaque para "Abrindo uma carta aberta" in Camargo Guarnieri - o tempo e a música, de Flávio Silva, Ed. Imprensa Oficial-2001. (Nota do coordenador deste projeto)
Fonte: movimento.com
DVD LANÇAMENTO
Händel inédito em DVD.
Depois da bela apresentação da OSESP, agora temos Der Rosenkavalier em DVD.
Janecek em versão de 1965.
Offenbach com direção de Walter Felsenstein.


Der Rosenkavalier- OSESP em noite inspirada.

A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo apresentou, na noite de, 09-09-2009, a ópera Der Rosenkavalier de Richard Strauss. Longa, muitas vezes cansativa e com personagens em excesso - esses são alguns dos detalhes que caracterizam essa ópera. Em forma de concerto, a coisa poderia ficar uma chatice com o senta-levanta dos solistas. Não ficou. A maravilhosa música de Strauss, aliada a uma encenação criativa e solistas gabaritados, foram pontos determinantes para a boa fluência da récita.
A regência de Sir Richard Armstrong tem andamentos precisos. Tira da OSESP uma sonoridade interessante, explora as belas melodias com volume correto, que não encobre os solistas. Vence as dificuldades da partitura com cordas precisas, madeiras fortes e metais às vezes pesados. A ousadia e a coragem de apresentar essa ópera mostram a nossa melhor orquestra esta atingindo a maturidade.
André Heller-Lopes está se destacando como grande diretor de óperas: seu Falstaff ousou pela criatividade no primeiro semestre com a mesma OSESP. Der Rosenkavalier não foi diferente, movimenta os cantores, coloca objetos cenográficos, faz tudo que pode para dar vida às cenas. Incentiva os cantores a atuar. Criatividade, essa palavra transforma óperas em forma de concerto, geralmente chatas, em encenações fluentes. Valeu André!
Os solistas são muitos, alguns foram garimpados com maestria pela qualidade de seus vocais. Anne Schwanewilms (eta nome complicado, tive que pescar letra por letra) é soprano com voz característica para cantar Wagner e Strauss. Escura , potente, volumosa.Domina o idioma alemão. Faz sua personagem com facilidade, vendo-a parece fácil cantar Strauss. Rodrigo Esteves sempre se apresenta bem em seus papéis, dessa vez não foi diferente. Kristine Jepson é soprano que faz um Octavian correto, sua voz está pronta, amadurecida para encarar Strauss. Franz Hawlata faz um barão pomposo, seus graves são generosos. Os demais solistas, juntamente com o coro, estiveram satisfatórios.
O único problema dessa importante récita foi a falha nas legendas. Muitas vezes elas sumiram ou ficaram paradas com a mesma frase enquanto os diálogos aconteciam. Como eu não entendo alemão, a coisa complicou.